segunda-feira, junho 04, 2007
domingo, junho 03, 2007
sexta-feira, junho 01, 2007
Rumo à Índia
Nos próximos 40 dias estarei aqui ao lado a apontar as circunstâncias desta viagem.
quinta-feira, maio 31, 2007
Candeia - uma estrela a brilhar
Cuidado... "O essencial é invisível aos olhos..." Saint-Exupéry
quarta-feira, maio 30, 2007
A minha Andorinha
“Não há nada pior que um ajuntamento espontâneo de populares. Juntam-se muito neste país. É para ver quem morreu ou para espancar um desgraçado que matou os filhos e as galinhas. É para jogar à vermelhinha ou para comprar Lacostes da treta que, em vez de um crocodilo, têm um sardão das Berlengas. À mínima desculpa os populares, que estão maçados e anseiam distracção, juntam-se. Deveria ser proibido, fora de feiras e romarias. Bem vistas as coisas, também deveriam ser proibidas as feiras e as romarias, porque já está demonstrado que encorajam o contacto entre as pessoas. […] Mas não divaguemos porque há muito para desbastar. Por exemplo, aqueles pedintes que, em vez de apresentar oralmente o seu apelo, no estilo tradicional, produzem um extenso texto miserabilista, escrito em português ilegível, a dizer que já estiveram melhor e que praticamente estão como hão-de ir. Aquelas senhoras que sabem os nomes de todos os bolos e fazem gala disso. Em vez de apontar com o dedo, para a montra, como os mortais comuns que têm mais que fazer, começam a recitar as suas cabalas maçónicas: “Um jesuíta, uma margarida, um charleston, um torno-mecânico-de-seis-bicos, um berimbau, um gonzaguinha e dois pastéis de nata.”
Miguel Esteves Cardoso
terça-feira, maio 29, 2007
Portugal, um retrato social

Aproveitando o mote dos 50 anos da RTP, António Barreto coordenou uma série de 7 episódios sobre as transformações sociais do País, nos últimos 50 anos. Globalmente é de excelente qualidade, embora algumas vezes seja repetitiva. Melhor nos últimos episódios que nos primeiros. Prova que a mudança real não corresponde à mudança incutida nas nossas mentes - com um saldo positivo para a primeira. Comovente e digna, com a ajuda de uma banda sonora de Rodrigo Leão.
Um retrato do nosso país. Um retrato da sociedade contemporânea. Um retrato de grupo: dos portugueses e dos estrangeiros que vivem connosco. Um retrato de Portugal e dos Portugueses de hoje, que melhor se compreendem se olharmos para o passado, para os últimos trinta ou quarenta anos.
Pode ser vista agora, ao sabor das nossas disponibilidades, no site da RTP:
Vejam, vale a pena.
domingo, maio 27, 2007
Frase do dia
"O futuro daqui para a frente, sou eu que o faço!"
PS - roubada da house-mate do Gonçalo em Paris
PS - roubada da house-mate do Gonçalo em Paris
"Guru" em Lisboa
sábado, maio 26, 2007
MEUS LINDOS OLHOS
Meus lindos olhos, qual pequeno deus
Pois são divinos, de tão belos os teus.
Quem, tos pintou com tal feição
Jamais neles sonhou criar tanta imensidão.
De oiro celeste,
Filhos de uma chama agreste
Astros que alto o céu revestem
E onde a tua história é escrita.
Meus lindos olhos, de lua cheia
Um esquecido do outro, a brilhar p´rá rua inteira.
Quem não conhece o teu triste fado
Não desvenda em teu riso um chorar tão magoado.
Perdões perdidos
Num murmúrio desolado
Quando o réu morava ao lado
Mais cruel não pode ser.
Este fado que aqui canto
Inspirou-se só em ti
Tu que nasces e renasces
Sempre que algo morre em ti
Quem me dera poder cantar
Horas, dias, tão sem fim
Quando pedes só pra mim
Por favor só mais um fado.
Pois são divinos, de tão belos os teus.
Quem, tos pintou com tal feição
Jamais neles sonhou criar tanta imensidão.
De oiro celeste,
Filhos de uma chama agreste
Astros que alto o céu revestem
E onde a tua história é escrita.
Meus lindos olhos, de lua cheia
Um esquecido do outro, a brilhar p´rá rua inteira.
Quem não conhece o teu triste fado
Não desvenda em teu riso um chorar tão magoado.
Perdões perdidos
Num murmúrio desolado
Quando o réu morava ao lado
Mais cruel não pode ser.
Este fado que aqui canto
Inspirou-se só em ti
Tu que nasces e renasces
Sempre que algo morre em ti
Quem me dera poder cantar
Horas, dias, tão sem fim
Quando pedes só pra mim
Por favor só mais um fado.
DAVE MATTHEWS BAND

A Banda Americana atravessou pela primeira vez o Atlântico para realizar um concerto em Portugal! A estreia em terras Europeias foi no Pavilhão Atlântico e o concerto foi simplesmente arrasador. Mais de três horas de concerto, uma sonoridade única e intensa, que deixaram quem esteve presente fascinado.
O público para variar marcou a banda. Tivemos de ouvir o invariável “incredible audience”, ou simplesmente obrigar a banda a reentrar em palco duas vezes. Ficou a promessa que não vão demorar tanto tempo a voltar a Portugal. Fica a certeza que estarei presente!
sexta-feira, maio 25, 2007
Liberdade: sub. fem..
Faz hoje um mês que se festejou em Portugal a Liberdade.
Mas afinal o que é, nos dias de hoje, a Liberdade?
Segundo o youtube, em Portugal, liberdade é também inocência, já no mundo em geral a palavra é mais brasileira. Se traduzirmos para "freedom" já é algo bastante diferente. No mundo do cinema é um drama de 1983 ou mesmo de 2007. Já no registo fotográfico pode ser:
Será a faculdade de uma pessoa poder dispor de si, fazendo ou deixando de fazer por seu livre arbítrio qualquer coisa (Priberam)?
Segundo o youtube, em Portugal, liberdade é também inocência, já no mundo em geral a palavra é mais brasileira. Se traduzirmos para "freedom" já é algo bastante diferente. No mundo do cinema é um drama de 1983 ou mesmo de 2007. Já no registo fotográfico pode ser:
Em termos musicais é também algo completamente diferente, pode ser uma música ou grupo musical.
Resumindo e baralhando não se pode dizer que liberdade seja A, B ou C, apenas se pode dizer que também é A, B e C e muitas coisas mais.
No entanto, a liberdade é "algo" que simplesmente existe, sempre existiu e sempre existirá, depende de cada um fazer ou não uso dela. Nunca houve mais, e nunca haverá menos, esperemos que haja mais gente a descobri-la... em si. E só é verdadeiramente livre aquele que tem consciência da sua liberdade.
"O homem só não é livre de não ser livre"
Sim acho que estou com tempo a mais...
Resumindo e baralhando não se pode dizer que liberdade seja A, B ou C, apenas se pode dizer que também é A, B e C e muitas coisas mais.
No entanto, a liberdade é "algo" que simplesmente existe, sempre existiu e sempre existirá, depende de cada um fazer ou não uso dela. Nunca houve mais, e nunca haverá menos, esperemos que haja mais gente a descobri-la... em si. E só é verdadeiramente livre aquele que tem consciência da sua liberdade.
"O homem só não é livre de não ser livre"
Sim acho que estou com tempo a mais...
terça-feira, maio 22, 2007
Clown
"O ofício do palhaço reside na liberdade de se permitir ser o que verdadeiramente se é, e de fazer os outros se espelharem e rirem de si mesmos na confiança de estar a rir do palhaço. E isso requer uma grande coragem. É um exercício de generosidade e risco, às vezes difícil, penoso e doloroso, mas sempre libertador, pois, se provocar o riso é a base da profissão, activar o pensamento é a ambição e o fim."segunda-feira, maio 21, 2007
Mais perto do processo criativo
Espaços d'Arte em Lisboa
dos cidadãos para os cidadãos
Céfalopode
Clube dos Loucos Sonhadores de Lisboa
Crew Hassan
O Bacalhoeiro
ZDB
dos cidadãos para os cidadãos
Céfalopode
Clube dos Loucos Sonhadores de Lisboa
Crew Hassan
O Bacalhoeiro
ZDB
domingo, maio 20, 2007
sábado, maio 19, 2007
quinta-feira, maio 17, 2007
domingo, maio 13, 2007
Força...
Vi-te a trabalhar o dia inteiro
construir as cidades pr'ós outros
carregar pedras, desperdiçar
muita força pra pouco dinheiro
Vi-te a trabalhar o dia inteiro
Muita força pra pouco dinheiro
Que força é essa
que trazes nos braços
que só te serve para obedecer
que só te manda obedecer
Que força é essa, amigo
que te põe de bem com outros
e de mal contigo
Que força é essa, amigo
Não me digas que não me compr'endes
quando os dias se tornam azedos
não me digas que nunca sentiste
uma força a crescer-te nos dedos
e uma raiva a nascer-te nos dentes
Não me digas que não me compr'endes
(Que força...)
(Vi-te a trabalhar...)
Que força é essa
que trazes nos braços
que só te serve para obedecer
que só te manda obedecer
Que força é essa, amigo
que te põe de bem com outros
e de mal contigo
Que força é essa, amigo
(Sérgio Godinho)
construir as cidades pr'ós outros
carregar pedras, desperdiçar
muita força pra pouco dinheiro
Vi-te a trabalhar o dia inteiro
Muita força pra pouco dinheiro
Que força é essa
que trazes nos braços
que só te serve para obedecer
que só te manda obedecer
Que força é essa, amigo
que te põe de bem com outros
e de mal contigo
Que força é essa, amigo
Não me digas que não me compr'endes
quando os dias se tornam azedos
não me digas que nunca sentiste
uma força a crescer-te nos dedos
e uma raiva a nascer-te nos dentes
Não me digas que não me compr'endes
(Que força...)
(Vi-te a trabalhar...)
Que força é essa
que trazes nos braços
que só te serve para obedecer
que só te manda obedecer
Que força é essa, amigo
que te põe de bem com outros
e de mal contigo
Que força é essa, amigo
(Sérgio Godinho)
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