quinta-feira, junho 14, 2007

4th Season!?

Acabou a terceira época :(
Será que vai haver uma quarta? Espero que sim!

Um dos personagens mais fascinantes... Para alguns um vilão, para outros um herói, sem dúvida um "ser" complexo, como todos nós!

quarta-feira, junho 13, 2007

Santo António 2007




A Bica tornou-se o nosso refúgio no Santo António. Este ano, mais uma vez cumprimos a tradição, desta vez sem o título de estudantes, mas com a mesma vontade de fazer a festa.

Lisboa, transforma-se nesta noite! As ruas enchem-se, as janelas de casas de família do dia a dia, transformam-se em balcões de bares improvisados. Os velhotes sorriem às janelas satisfeitos por verem que a tradição permanece, que as ruas enchem, que os jovens dançam. Sem dúvida uma grande noite de Santo António!

terça-feira, junho 12, 2007

Angola

"13.2 milhões de habitantes, PIB per capita de 670 USD*. 68% da população com menos de 1USD por dia. Esperança média de vida de 40.1 anos, com taxa de mortalidade infantil de 53.4% (por 1000 nascimentos) e taxa de prevalência do HIV/SIDA de 5,5%. Apenas 38% da população tem acesso a água potável e 24% a cuidados médicos. Existem 0.13 PC’s e 0.59 linhas telefónicas por cada 100 habitantes. Dos milhões de dólares que Angola recebe em Ajuda Pública, cada pessoa recebe 23 USD. 49.4% da população tem menos de 15 anos.
Eram, à primeira vista, apenas números. Indicadores como tantos outros que tive de analisar e recolher e que, juntamente com as imagens difundidas pelos medias e documentos analíticos, criaram uma “imagem” da Angola que me preparava para visitar.
Toda a preparação prévia, troca de impressões e expectativas criadas não evitaram que, no Domingo 20 de Março ao sair do aeroporto a caminho do Hotel Trópico de Luanda, me sentisse atordoada com o tempo opressivo de tão quente, o ar espesso, a cor alaranjada do fim de tarde e, sobretudo, com o choque dos musseques ao longo da estrada (os remédios para a malária também não ajudaram).
Durante duas semanas foram reuniões constantes (de 21 de Março a 1 de Abril, saltando do Ministério do Planeamento para o Banco Nacional de Angola, do PNUD para o Tribunal de Contas, do Ministério dos Petróleos para o da Família e da Mulher, entre outros, passando sempre pelo das Finanças) discutindo a estratégia de desenvolvimento e maiores necessidades do sector, inteirando-se do progresso das diversas reformas ou na realização dos ODM, nunca esquecendo de averiguar o estado de execução dos projectos do BAD.
Tive de conduzir cada reunião, ouvindo o Country Economist em Francês, traduzindo (quase em simultâneo) para Português, esperar pela resposta e voltar a traduzir em Francês ou Inglês. Por vezes os interlocutores compreendiam Inglês ou Francês mas respondiam em Português. Desgastante. Mas pior foi o choque do percurso entre cada sítio.
No carro, observando as ruas e as pessoas, saltavam à vista todos aqueles números, o enorme fosso entre uma minoria com acesso à enorme riqueza do país (natural e também doada) que passa em carros de alta cilindrada pela maioria da população (os tais 68%) que vive na pobreza extrema, representada nas crianças e mulheres vendendo bananas e OMO na beira da estrada. Raparigas de 15-16 anos com filhos de meses às costas, sob um sol de 35º e 90% de humidade. E, mesmo vivendo nessas condições, privados de tudo aquilo que tenho e sempre tive como garantido, riem, cantam, dançam ao som de rádios desfeitos e da alegria de naquele momento estarem vivos. Acho que foi isto o que mais me marcou: a simples e honesta felicidade por se estar vivo de quem não conhece aquilo a que chamamos conforto e “condições de vida mínimas”.
Todos os fins de tarde tentava conhecer parte da cidade, do seu ritmo. Descer a rua com paredes marcadas por buracos de balas antigas e telhados de telha lusa, chegar à “baixa da cidade” junto ao Banco Nacional que ao final do dia lembra Lisboa. Fez-me sentir mais saudades de casa e, curiosamente, uma enorme vontade de voltar para Tunes. Fui às praias e restaurantes da Ilha de Luanda, fui jantar ao Trinca Espinhas e sair para o Palos e caminhei junto à Baía, passando pelo Rialto onde se podem comer croquetes, caldo verde e beber uma Cuca ou mesmo uma Sagres. No domingo de Páscoa fui até Cabo Ledo, passando no poeirento e colorido mercado de Benfica e no incrível Miradouro da Lua (onde certamente foram dadas pinceladas de todas as cores que associo a África e aos dias quentes de Verão). No regresso, desviei para a Foz do Kwanza.
E depois de outra semana de trabalho e terminados os 20 dias em Luanda fiquei com uma enorme vontade de voltar, de conhecer mais deste país e deste povo e de, quem sabe, contribuir para que alguns destes indicadores subam e outros desçam, fazendo com que estar sob um sol abrasador à beira da estrada com um sorriso na cara seja apenas uma opção para passar o tempo e um sinal de real esperança e confiança no futuro."

in Newsletter Contacto - Leonor Fontoura, Economista Estagiária (Banco Africano de Desenvolvimento)




Podia falar-vos um pouco sobre o potêncial de Angola e o seu mundo de negócios loucos que está neste momento a acontecer, ou sobre o iato entre classes sociais (se é que realmente existem) e a riqueza dos ricos e a pobreza dos pobres, ou do sorriso de alegria de quem não tem nada mas tem tudo, mas este post só tem um único objectivo. Dar um grande abraço de parabéns ao meu irmão que anda por estas terras ;-) Dá-lhe "pula maluco"!

A "Loucura" dos Santos


Sardinhas, cerveja e confusão... palavras para quê?
Resta saber se será uma noite santa ou uma santa noite!

segunda-feira, junho 11, 2007

Longe, longe, longe de tudo

Fugi de Lisboa....
...fui à minha procura

...e lá estava eu, a apanhar sol numa esplanada solarenga
Uns petiscos
Uns sorrisos
Uns escaldões
Umas cervejas
Uns passeios
Umas praias
Umas noitadas depois ...


Convenci-me a voltar ;)

Quem sabe onde e o quê?

Lembram-se, lembram-se ????
Quem é que não tem saudades!

Para os viciados da bolsa...

Para quem gosta de acompanhar a bolsa e os temas em redor, aqui fica um fórum a visitar que recomendaram-me hoje. Visitei e gostei!

http://www.caldeiraodebolsa.com/

sábado, junho 09, 2007

Recomendação para um sábado à tarde




Sábado à tarde a andar de Hobie Cat na Lagoa de Óbidos. É esta a minha recomendação para um dos vossos sábados nos próximos meses de Verão. Simplesmente excepcional, sobretudo se puderem estar na posição de trapézio. O Cilha foi o leme que pôs o barco a planar e eu a voar...

terça-feira, junho 05, 2007

I could be...



Do I attract you?
Do I repulse you with my queasy smile?
Am I too dirty?
Am I too flirty?
Do I like what you like?

I got to be wholesome
I could be loathsome
Guess I'm a little bit shy
Why don't you like me?
Why don't you like me without making me try?

I tried to be like Grace Kelly ( mmmm )
But all her looks were too sad (ahhh ahhh)
So I tried a little Freddie (MMMM)
I've gone identity mad!

I could be brown
I could be blue
I could be violet sky
I could be hurtful
I could be purple
I could be anything you like
Gotta be green
Gotta be mean
Gotta be everything more
Why don't you like me?
Why don't you like me?
Why don't you walk out the door!

[Getting angry doesn't solve anything.]

How can I help ya
How can I help it
How can I help what you think?
Hello my baby
Hello my baby
Putting my life on my brink
Why don't you like me
Why don't you like me
Why don't you like yourself?
Should I bend over?
Should I look older just to be put on your shelf?

I tried to be like Grace Kelly (mmmm)
But all her looks were too sad (ahhh ahhh)
So I tried a little Freddie (mmm)
I've gone identity mad!

I could be brown
I could be blue
I could be violet sky
I could be hurtful
I could be purple
I could be anything you like
Gotta be green
Gotta be mean
Gotta be everything more
Why don't you like me?
Why don't you like me?
Walk out the door!

Say what you want to satisfy yourself
But you only want what everybody else says you should want

I could be brown
I could be blue
I could be violet sky
I could be hurtful
I could be purple
I could be anything you like
Gotta be green
Gotta be mean
Gotta be everything more
Why don't you like me?
Why don't you like me?
Walk out the door!

I could be brown
I could be blue
I could be violet sky
I could be hurtful
I could be purple
I could be anything you like
Gotta be green
Gotta be mean
Gotta be everything more
Why don't you like me?
Why don't you like me?
Walk out the door!

Oooh, oooh!

Kaching

WC Moving at the Beach

Candeia@Beach

domingo, junho 03, 2007

O Baile

Bem disfarçados, até parecemos uns senhores! Uma excelente noite!
O que lá se passou fica no segredo das fotos ;)

sexta-feira, junho 01, 2007

Rumo à Índia

Nos próximos 40 dias estarei aqui ao lado a apontar as circunstâncias desta viagem.

quarta-feira, maio 30, 2007

A minha Andorinha

“Não há nada pior que um ajuntamento espontâneo de populares. Juntam-se muito neste país. É para ver quem morreu ou para espancar um desgraçado que matou os filhos e as galinhas. É para jogar à vermelhinha ou para comprar Lacostes da treta que, em vez de um crocodilo, têm um sardão das Berlengas. À mínima desculpa os populares, que estão maçados e anseiam distracção, juntam-se. Deveria ser proibido, fora de feiras e romarias. Bem vistas as coisas, também deveriam ser proibidas as feiras e as romarias, porque já está demonstrado que encorajam o contacto entre as pessoas. […] Mas não divaguemos porque há muito para desbastar. Por exemplo, aqueles pedintes que, em vez de apresentar oralmente o seu apelo, no estilo tradicional, produzem um extenso texto miserabilista, escrito em português ilegível, a dizer que já estiveram melhor e que praticamente estão como hão-de ir. Aquelas senhoras que sabem os nomes de todos os bolos e fazem gala disso. Em vez de apontar com o dedo, para a montra, como os mortais comuns que têm mais que fazer, começam a recitar as suas cabalas maçónicas: “Um jesuíta, uma margarida, um charleston, um torno-mecânico-de-seis-bicos, um berimbau, um gonzaguinha e dois pastéis de nata.”
Miguel Esteves Cardoso

terça-feira, maio 29, 2007

Quem é o Chefe?!

Portugal, um retrato social


Aproveitando o mote dos 50 anos da RTP, António Barreto coordenou uma série de 7 episódios sobre as transformações sociais do País, nos últimos 50 anos. Globalmente é de excelente qualidade, embora algumas vezes seja repetitiva. Melhor nos últimos episódios que nos primeiros. Prova que a mudança real não corresponde à mudança incutida nas nossas mentes - com um saldo positivo para a primeira. Comovente e digna, com a ajuda de uma banda sonora de Rodrigo Leão.
Um retrato do nosso país. Um retrato da sociedade contemporânea. Um retrato de grupo: dos portugueses e dos estrangeiros que vivem connosco. Um retrato de Portugal e dos Portugueses de hoje, que melhor se compreendem se olharmos para o passado, para os últimos trinta ou quarenta anos.
Pode ser vista agora, ao sabor das nossas disponibilidades, no site da RTP:
Vejam, vale a pena.

domingo, maio 27, 2007

Frase do dia

"O futuro daqui para a frente, sou eu que o faço!"

PS - roubada da house-mate do Gonçalo em Paris