sexta-feira, abril 17, 2009

Filmes do Tejo exibe filmes no IndieLisboa'09 - Águas Mil


“ÁGUAS MIL” (LONGA-METRAGEM)


1. Sinopse

Pedro (interpretado por Gonçalo Waddington) é um jovem encenador cheio de dúvidas sobre a peça de teatro político que tem nas mãos e a atravessar uma crise pessoal. Para além do questionamento do radicalismo revolucionário que essa peça coloca e que interpela directamente o seu próprio passado familiar, Pedro mostra-se também confuso com as novas responsabilidades e expectativas decorrentes da gravidez da namorada (Joana Seixas). A encenação parece indefinidamente bloqueada até que Pedro faz uma descoberta em casa da avó, que poderá explicar o desaparecimento do seu pai logo após a Revolução dos Cravos. Na caravana em que a família o costumava levar para férias em miúdo, Pedro encontra dois revólveres e vários documentos que lançam uma nova luz sobre tudo o que lhe tinham dito sobre a misteriosa figura do pai. Parte à procura de respostas, deixando todas as responsabilidades imediatas para trás. O filme de Ivo M. Ferreira, que assina aqui a sua segunda longa-metragem, é uma interpelante e rara revisitação ficcional de algumas memórias pós-revolucionárias portuguesas.


2. Datas de Exibição no IndieLisboa’09 e Ficha Técnica do filme

25 Abril, 21:45, Cinema São Jorge, Sala 1

29 Abril, 21:45, Cinema City Classic Alvalade, Sala 3

 

Ficção, Portugal, 2009, 85', 35mm
Argumento: Ivo M. Ferreira
Fotografia: Pedro Cardeira, Susana Gomes
Música: António Pedro
Som: Vasco Pimentel
Montagem: Rodolfo Wedelles, Sandro Aguilar
Com: Adelaide João, Cândido Ferreira, Gonçalo Waddington, Hugo Tourita, Joana Seixas, Juan Jesus Valverde, Lídia Franco
Produtor: Maria João Mayer
Produção: Filmes do Tejo II


3. Nota do Realizador

Houve, em todas as épocas, homens e mulheres que abdicaram das suas vidas pessoais para se dedicarem à política, para construírem um mundo melhor e mais justo. Tive o privilégio de me cruzar com um ou dois destes seres especiais, por quem sinto um imenso respeito e um grande fascínio.

Sinto, por vezes, boa inveja dos revolucionários da época do fascismo porque eles tinham um inimigo bem claro para combater.

No marasmo em que vivemos, o inimigo é ténue. O maior de todos parece residir dentro de nós. Da minha parte, tento sempre encontrar a melhor forma de o combater.

Durante dezenas de anos, para combater o fascismo, foram necessárias diversas formas de luta e, também, a luta armada. Após o 25 de Abril, quando se procuravam novos caminhos, vários grupos armados foram constituídos com vista a preservar o que alguns militantes de esquerda acreditavam ser o espírito original da revolução. Hoje,

parece-me absurdo, a mim que detesto violência, mas não condeno de modo algum estes processos em absoluto e, por isso, trato-os com respeito. Foram actos de coragem. Talvez até um dia, voltem a fazer sentido.

 

ÁGUAS MIL é a voz dos “filhos da revolução” exigindo à geração dos pais que contem o que se passou na História recente de Portugal, quando o País e o Mundo

transbordavam de ideias que caíram antes de se erguerem.


4. Biografia do Realizador

Nascido em Portugal em pleno rescaldo da revolução de 1974 e no seio de uma família de artistas politicamente activa, Ivo Marques Ferreira esteve desde sempre em contacto com o teatro e o cinema.

Iniciando a sua formação técnica e artística em Lisboa, trabalhando como fotógrafo, actor, produtor, encenador e “light designer”, Ivo segue para uma breve passagem na London International Film School, e na Universidade de Budapeste e chega finalmente à China, destino que marcará para sempre a sua vida pessoal e profissional: monta uma pequena produtora em Macau e realiza o seu primeiro filme (e recebe os primeiros prémios). De volta a Portugal, a convite da Exposição Universal de 1998, realiza uma também premiada curta-metragem e pouco tempo depois, dirige a sua primeira longa-metragem. Em 2006 recebe uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para um curso de Escrita de Argumento leccionado pela L.I.F.S., o que o levou a lançar-se na escrita, e realização, daquele que é até agora o seu projecto mais pessoal: “Águas Mil”.

Recentemente, acabou de ser pai e concluiu o documentário “Go with the Wind”, que o levou novamente à China, desta vez para abordar o tema da emigração.

Filmes do Tejo exibe filmes no IndieLisboa'09 - Arena

“ARENA” (CURTA-METRAGEM)

1. Sinopse

Mauro vive em prisão domiciliária.

As tatuagens ajudam-no a queimar o tempo.

Três putos do bairro aproximam-se da sua janela.

Lá fora, o sol bate com a força do meio-dia.


2. Datas de Exibição no IndieLisboa’09 e Ficha Técnica do filme

26 de Abril | 19:00 | Sala 1 - Cinema S. Jorge

27 de Abril | 21:30 | Sala 3 - Cinema S. Jorge

1 de Maio | 16:15 | Sala 3 - Cinema S. Jorge

Ficção, Portugal, 2009, 15', 35mm
Argumento: João Salaviza
Fotografia: Vasco Viana
Som: Inês Clemente
Montagem: João Salaviza
Com: Carloto Cotta, Rodrigo Madeira
Produtor: François d’Artemare, Maria João Mayer
Produção: Filmes do Tejo


3. Nota do Realizador

Mais do que captar as transformações de um lugar, interessa-me a tensão dos momentos em que nada se altera. O protagonista de “Arena” está confinado a um espaço e a um tempo limitados. Ao filmar o Mauro em prisão domiciliária confrontei-me com a condição de um homem que não tem para onde ir. Segui esta ideia, desde o guião até à montagem. O princípio de que os planos não se antecipam às deambulações do protagonista, nem lhe sugere caminhos que ele, simplesmente, não pode ver.

É justo para alguém que vive com grades nas janelas de casa, e que está secretamente à espera que as coisas mudem por si.

Lisboa, 27 de Março de 2009

João Salaviza


4. Biografia do Realizador

João Salaviza nasce em Lisboa em 1984. Forma-se em Cinema, área  de montagem, pela Escola Superior de Teatro e Cinema, concluindo os estudos na Universidad del Cine, em Buenos Aires.

A sua primeira curta-metragem, "Duas Pessoas", participa em vários festivais internacionais, vencendo o Grande Prémio Take One em Vila do Conde.

Trabalha essencialmente em montagem para cinema e televisão.

"Arena", apoiada pelo ICA e RTP,   é a sua segunda curta-metragem.

terça-feira, abril 14, 2009

domingo, março 08, 2009

Queres Conhecer-Me-Te - 2ª Edição

Estão abertas as inscrições para a segunda edição do workshop "Queres Conhecer-Me-Te" da Marar depois do sucesso da 1ª edição.

"Queres conhecer-me-te" é uma experiência profunda e inesquecível sobre o nosso eu, sobre a nossa consciência.

Através de uma dinâmica simples, divertida mas muito consistente e ousada, o participante percorre um caminho de auto-conhecimento que irá mudar a sua vida e o seu poder de agir sobre ela.

Horário: 5 sessões das 20h30 às 23h00, nos dias 31/03, 07/04, 14/04, 21/04, 28/04 (às terças-feiras)

Local: Espaço Pleasures na zona Norte do Parque das Nações (sala privada)

Preço: 90€ / pessoa (IVA incluído)

Inscrições: O curso é limitado a 12 participantes. Envia-nos um email para workshops@marar.eu com o teu nome e nós entraremos em contacto contigo.

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Criatividade é para os Criativos, e os Criativos somos nozes

“I am not creative”
I have heard a lot of people say precisely that: “I am not creative”. The truth, of course, is that we are all creative. That's what differentiates us from Parrots who can say clever things put couldn't have a creative idea if their lives depended upon it. The truth is we are all creative. And while some people are naturally more creative than others, we can all have very creative ideas. The problem is, as we grow older, most of us learn to inhibit our creativity for reasons relating to work, acceptable behaviour and just the notion of being a grown-up.

...

“Constructive criticism will help my colleague improve her idea.”
Yeah, and tripping a child when she is learning to walk will help her improve her walking skills. Nonsense! Criticism, whether constructive or destructive (as most criticism truly is) squelches creative thinking and teaches your colleague to keep her ideas to herself. Likewise, other colleagues will see what happens when ideas are shared and will also learn to keep their ideas to themselves. Fresh ideas are fragile. They need nurturing, not kicking. Instead of criticising a colleague's new idea, challenge her to improve the idea by asking her how she could get over the idea's weakness.

...

“Drugs will help me be more creative”
The 1960s drug culture and glamour of musicians and artists getting high and being creative led to this myth. And, possibly a little bit of drugs or alcohol will loosen your inhibitions to the extent that you do not criticise your ideas as much as you might had your inhibitions not been loosened. A lot of drugs or alcohol, however, will alter your mind and may very likely make you believe you are being more creative. But to people watching you, you will just seem like someone who is very high.

...

“I don't need a notebook. I always remember my ideas”
Maybe. But I doubt it. When we are inspired by an idea, that idea is very often out of context with what we are doing. Perhaps a dream we had upon waking inspires us with the solution to a problem. But, then we wake up, get the children up, have breakfast, run through in our minds an important presentation we'll be giving in the morning, panic that the kids will miss their bus, run for the train, flirt with an attractive young thing on the train, etc - until late afternoon when you finally have time to think about the problem. How likely are you really to remember the idea you had upon wakening?

quarta-feira, janeiro 21, 2009

Um curso a não perder - Queres conhecer-me-te?

Queres conhecer-me-te? é uma experiência profunda e inesquecível sobre o nosso eu, sobre a nossa consciência.

Através de uma dinâmica simples, divertida mas muito consistente e ousada, o participante percorre um caminho de auto-conhecimento que irá mudar a sua vida e o seu poder de agir sobre ela.

http://marar.eu/index.php/actividades/workshop.html

domingo, janeiro 04, 2009

20 Valores para nós em 2009!



Porque não começar o ano de 2009 dando-nos a nós próprios 20 valores por este ano que está a começar?

Sounds like challenge!

A propósito dos 5 anos...

Não posso deixar passar em branco esta data e quis recordar a origem do blog. Já não me lembro dos pormenores, mas penso que foi numa passagem de ano que decidimos avançar com o blog. Fui reler os posts de abertura e achei por bem recordá-los.
A motivação para as “conversas” é diferente, da mesma forma que eu também estou diferente (agora que penso nisso, é caso para dizer que muito). As “Conversas de canto” cresceram, mudaram, partilharam, sugeriram, viveram nos últimos 5 anos. Dá gosto olhar para trás e apesar do ritmo ter diminuído há motivação para olhar para o futuro!

Quinta-feira, Janeiro 01, 2004
Sobre as Conversas de Canto I - Tiago Cristovão
Dado que este vai ser um blog de co-autoria penso que a primeira reflexão que tenhamos de fazer todos seja a da própria natureza deste blog de forma a conciliarmos as motivações, intenções e esperanças dos bravos que se tentam meter nesta aventura. Dessa forma direi agora de minha justiça esperando que façam os restantes autores façam o mesmo elaborando em conjunto um projecto para o blog.
Assim, e em primeiro lugar, devemos primorar pela qualidade dos nossos posts para que o blog não acabe de ser um repositório de bitaites. Os posts são posts, os comentários são comentários. Em segundo lugar, o blog deve ser um ponto de reflexão com os outros (esta é profunda...) e de divulgação daquilo que pensamos e sentimos, a discussão não deverá ser tematizada num só tema a não ser´"nós próprios com o Mundo".
Conto assim ter reflexões sobre situações da minha vida, sugestões de pequenos prazeres como aquele filme ou aquela música, textos de opinião sobre a vida da nossa sociedade, e pequenos saudosismos, porque também não...
Confesso que estou empolgado com esta experiência. Cá vos espero!

E renascem as "conversas de canto"... – André Silva
Antes de mais bem vindos ao “Conversas de canto”! Este Blog nasce da vontade de um grupo de amigos quererem ter o seu espaço na Blogosfera. Não o encaramos como mais um no meio de tantos porque este é nosso para vocês, acho que se trata de abrirmos o nosso mundo ao Mundo. Uma boa maneira de entrar em 2004!
Deste canto da Blogosfera espero que encontrem novidades, que vos faça reflectir ou que simplesmente vos faça companhia nas noites frias, nas chuvosas ou mesmo num dia de sol em que queiram sair de casa sem abrir a porta... Trata se um projecto com muito ainda por definir, não é rigido, e tanto pode falar do livro que li na última noite, no CD que descobri na Valentim de Carvalho, nas ideologias do dia a dia, na crise que uns vivem outros não, de uma sociedade que deixa espaço para muita reflexão, ou simplesmente do bom dia que recebi ao virar da esquina, de uma rapariga de cabelo castanho escuro e sorriso meigo.
O nome tem história e recorda histórias, algumas que pelo saudosismo que o Tiago referiu virão a público...ou não! Não o vou explicar, acho que se nos fizerem companhia o vão entender...
A vida é feita de conversas, as de canto são as minhas preferidas! Espero que com este blog percebam porquê!!!
Agora cito o Tiago: “Confesso que estou empolgado com esta experiência”. Apareçam!

Sexta-feira, Janeiro 02, 2004
Tinha saudades... – Gonçalo Santos
Tinha saudades destas conversas de canto que tanto me ensinaram e por fim ensinei na minha vida colegial.
Bons momentos se passaram, na farra e alegria e nas discussões mais acessas e importantes daquele tempo. Discutiam-se todos os assuntos, pertinentes e com o mínimo interesse possível, em suma era um momento de diálogo. E que coisa mais importante e cada vez mais esquecida nos dias que correm. Conversar.

Assim também eu lanço o desafio de nunca se calarem as conversas de canto (apenas mudarem de lugar) e para serem cada vez mais um local de reunião de ideias, sentimentos, críticas e exposições que cada um de nós queira fazer a todos e ao mundo...

Deixo-vos uma pequena frase para reforçar o meu desafio.

"Grandes realizações só são possíveis quando se dá importância aos pequenos começos"
Lao Tzu

quinta-feira, dezembro 18, 2008

Curso de Clown, mais um :)

Por: José Sebastião
13 Janeiro a 8 Abril
às terças-feiras
20:30 - 22:30
55€ mensais

Alguns temas abordados:
. Dinâmicas de Grupo
. O Medo da Exposição em Público – a Observação Consciente
. Honestidade
. Sinceridade
. Vulnerabilidade
. Estupidez
. Fracasso e Sucesso, como lidar
. Níveis de Emoções
. O Exagero
. O Ridículo
. Reflexão sobre os exercícios
cfac@atla.pt www.atla.pt

quinta-feira, novembro 27, 2008

segunda-feira, novembro 10, 2008

Curso de Clown: Fim-de-Semana

Olá a Todos!

Venho por este meio informar-vos que estão quase preenchidas as vagas da Oficina de Clown que se irá realizar nos próximos dias 15 e 16 de Novembro na ATLA (www.atla.pt).

Para mais informações e inscrições basta enviarem um mail para geral@atla.pt ou ligar para o 21 887 97 39, o valor é 50 euros e o horário é das 10h30 às 13h30 e das 15h às 18h.

Segue em anexo a sinopse explicativa da oficina. Peço-vos que divulguem junto dos vossos contactos. Obrigado!

domingo, novembro 09, 2008

John McCain Concession Speech



Thank you. Thank you, my friends. Thank you for coming here on this beautiful Arizona evening.
My friends, we have we have come to the end of a long journey. The American people have spoken, and they have spoken clearly. A little while ago, I had the honour of calling Senator Barack Obama to congratulate him.
(Crowd boos)
Please.
To congratulate him on being elected the next president of the country that we both love.
In a contest as long and difficult as this campaign has been, his success alone commands my respect for his ability and perseverance. But that he managed to do so by inspiring the hopes of so many millions of Americans who had once wrongly believed that they had little at stake or little influence in the election of an American president is something I deeply admire and commend him for achieving.
This is an historic election, and I recognize the special significance it has for African-Americans and for the special pride that must be theirs tonight.
I've always believed that America offers opportunities to all who have the industry and will to seize it. Senator Obama believes that, too.
But we both recognise that, though we have come a long way from the old injustices that once stained our nation's reputation and denied some Americans the full blessings of American citizenship, the memory of them still had the power to wound.
A century ago, President Theodore Roosevelt's invitation of Booker T Washington to dine at the White House was taken as an outrage in many quarters.
America today is a world away from the cruel and frightful bigotry of that time. There is no better evidence of this than the election of an African-American to the presidency of the United States.
Let there be no reason now ... Let there be no reason now for any American to fail to cherish their citizenship in this, the greatest nation on Earth.
Senator Obama has achieved a great thing for himself and for his country. I applaud him for it, and offer him my sincere sympathy that his beloved grandmother did not live to see this day. Though our faith assures us she is at rest in the presence of her creator and so very proud of the good man she helped raise.
Senator Obama and I have had and argued our differences, and he has prevailed. No doubt many of those differences remain.
These are difficult times for our country. And I pledge to him tonight to do all in my power to help him lead us through the many challenges we face.
I urge all Americans ... I urge all Americans who supported me to join me in not just congratulating him, but offering our next president our good will and earnest effort to find ways to come together to find the necessary compromises to bridge our differences and help restore our prosperity, defend our security in a dangerous world, and leave our children and grandchildren a stronger, better country than we inherited.
Whatever our differences, we are fellow Americans. And please believe me when I say no association has ever meant more to me than that.
It is natural. It's natural, tonight, to feel some disappointment. But tomorrow, we must move beyond it and work together to get our country moving again.
We fought we fought as hard as we could. And though we fell short, the failure is mine, not yours.
(Crowd: "No!")
I am so...
(Crowd begins chanting)
I am so deeply grateful to all of you for the great honour of your support and for all you have done for me. I wish the outcome had been different, my friends.
The road was a difficult one from the outset, but your support and friendship never wavered. I cannot adequately express how deeply indebted I am to you.
I'm especially grateful to my wife, Cindy, my children, my dear mother ... my dear mother and all my family, and to the many old and dear friends who have stood by my side through the many ups and downs of this long campaign.
I have always been a fortunate man, and never more so for the love and encouragement you have given me.
You know, campaigns are often harder on a candidate's family than on the candidate, and that's been true in this campaign.
All I can offer in compensation is my love and gratitude and the promise of more peaceful years ahead.
I am also, I am also, of course, very thankful to governor Sarah Palin, one of the best campaigners I've ever seen ... one of the best campaigners I have ever seen, and an impressive new voice in our party for reform and the principles that have always been our greatest strength ... her husband Todd and their five beautiful children ... for their tireless dedication to our cause, and the courage and grace they showed in the rough and tumble of a presidential campaign.
We can all look forward with great interest to her future service to Alaska, the Republican party and our country.
To all my campaign comrades, from Rick Davis and Steve Schmidt and Mark Salter, to every last volunteer who fought so hard and valiantly, month after month, in what at times seemed to be the most challenging campaign in modern times, thank you so much. A lost election will never mean more to me than the privilege of your faith and friendship.
I don't know, I don't know what more we could have done to try to win this election. I'll leave that to others to determine. Every candidate makes mistakes, and I'm sure I made my share of them. But I won't spend a moment of the future regretting what might have been.
This campaign was and will remain the great honour of my life, and my heart is filled with nothing but gratitude for the experience and to the American people for giving me a fair hearing before deciding that Senator Obama and my old friend Senator Joe Biden should have the honour of leading us for the next four years.
(Crowd boos)
Please. Please.
I would not, I would not be an American worthy of the name should I regret a fate that has allowed me the extraordinary privilege of serving this country for a half a century.
Today, I was a candidate for the highest office in the country I love so much. And tonight, I remain her servant. That is blessing enough for anyone, and I thank the people of Arizona for it.
Tonight, tonight, more than any night, I hold in my heart nothing but love for this country and for all its citizens, whether they supported me or Senator Obama, whether they supported me or Senator Obama.
I wish Godspeed to the man who was my former opponent and will be my president. And I call on all Americans, as I have often in this campaign, to not despair of our present difficulties, but to believe, always, in the promise and greatness of America, because nothing is inevitable here.
Americans never quit. We never surrender.
We never hide from history. We make history.
Thank you, and God bless you, and God bless America. Thank you all very much.

sexta-feira, novembro 07, 2008

YES, WE CAN



Obama: O discurso de vitória
05.11.2008 - 20h24

Boa noite, Chicago. Se ainda houver alguém que duvida que a América é o lugar onde todas as coisas são possíveis, que questiona se o sonho dos nossos fundadores ainda está vivo, que ainda duvida do poder da nossa democracia, teve esta noite a sua resposta.

É a resposta dada pelas filas de voto que se estendiam em torno de escolas e igrejas em números que esta nação jamais vira, por pessoas que esperaram três e quatro horas, muitas pela primeira vez na sua vida, porque acreditavam que desta vez tinha de ser diferente, que as suas vozes poderiam fazer essa diferença.

É a resposta dada por jovens e velhos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, asiáticos, nativos americanos, homossexuais, heterossexuais, pessoas com deficiências e pessoas saudáveis. Americanos que enviaram uma mensagem ao mundo, a de que nunca fomos apenas um conjunto de indivíduos ou um conjunto de Estados vermelhos e azuis.

Somos e sempre seremos os Estados Unidos da América.

É a resposta que levou aqueles, a quem foi dito durante tanto tempo e por tantos para serem cínicos, temerosos e hesitantes quanto àquilo que podemos alcançar, a porem as suas mãos no arco da História e a dobrá-lo uma vez mais em direcção à esperança num novo dia.

Há muito que isto se anunciava mas esta noite, devido àquilo que fizemos neste dia, nesta eleição, neste momento definidor, a mudança chegou à América.

Há pouco recebi um telefonema extraordinariamente amável do Senador McCain.

O Senador McCain lutou longa e arduamente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e arduamente pelo país que ama. Fez sacrifícios pela América que muitos de nós não conseguimos sequer imaginar. Estamos hoje melhor devido aos serviços prestados por este líder corajoso e altruísta.

Felicito-o e felicito a governadora Palin por tudo aquilo que alcançaram. Espero vir a trabalhar com eles para renovar a promessa desta nação nos próximos meses.

Quero agradecer ao meu parceiro neste percurso, um homem que fez campanha com o seu coração e falou pelos homens e mulheres que cresceram com ele nas ruas de Scranton e viajaram com ele no comboio para Delaware, o vice-presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden.

E eu não estaria aqui hoje sem o inabalável apoio da minha melhor amiga dos últimos 16 anos, a pedra angular da nossa família, o amor da minha vida, a próxima Primeira Dama do país, Michelle Obama.

Sasha e Malia, amo-vos mais do que poderão imaginar. E merecem o novo cachorro que virá connosco para a nova Casa Branca.

E embora ela já não esteja entre nós, sei que a minha avó está a observar-me, juntamente com a família que fez de mim aquilo que sou. Tenho saudades deles esta noite. Reconheço que a minha dívida para com eles não tem limites.

Para a minha irmã Maya, a minha irmã Alma, todos os meus outros irmãos e irmãs, desejo agradecer-vos todo o apoio que me deram. Estou-vos muito grato.

E ao meu director de campanha, David Plouffe, o discreto herói desta campanha, que, na minha opinião, concebeu a melhor campanha política da história dos Estados Unidos da América.

E ao meu director de estratégia, David Axelrod, que me tem acompanhado em todas as fases do meu percurso.

Para a melhor equipa alguma vez reunida na história da política: tornaram isto possível e estou-vos eternamente gratos por aquilo que sacrificaram para o conseguir.



Mas acima de tudo nunca esquecerei a quem pertence verdadeiramente esta vitória. Ela pertence-vos a vós. Pertence-vos a vós.

Nunca fui o candidato mais provável para este cargo. Não começámos com muito dinheiro nem muitos apoios. A nossa campanha não foi delineada nos salões de Washington. Começou nos pátios de Des Moines, em salas de estar de Concord e nos alpendres de Charleston. Foi construída por homens e mulheres trabalhadores que, das suas magras economias, retiraram 5 e 10 e 20 dólares para a causa.

Foi sendo fortalecida pelos jovens que rejeitavam o mito da apatia da sua geração e deixaram as suas casas e famílias em troca de empregos que ofereciam pouco dinheiro e ainda menos sono.

Foi sendo fortalecida por pessoas menos jovens, que enfrentaram um frio terrível e um calor sufocante para irem bater às portas de perfeitos estranhos, e pelos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários, se organizaram e provaram que mais de dois séculos depois, um governo do povo, pelo povo e para o povo não desaparecera da Terra.

Esta vitória é vossa.

E sei que não fizeram isto apenas para vencer uma eleição. E sei que não o fizeram por mim.

Fizeram-no porque compreendem a enormidade da tarefa que nos espera. Porque enquanto estamos aqui a comemorar, sabemos que os desafios que o amanhã trará são os maiores da nossa vida – duas guerras, uma planeta ameaçado, a pior crise financeira desde há um século.

Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos corajosos a acordarem nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para arriscarem as suas vidas por nós.

Há mães e pais que se mantêm acordados depois de os seus filhos adormecerem a interrogarem-se sobre como irão amortizar a hipoteca, pagar as contas do médico ou poupar o suficiente para pagar os estudos universitários dos filhos.

Há novas energias para aproveitar, novos empregos para serem criados, novas escolas para construir, ameaças para enfrentar e alianças para reparar.

O caminho à nossa frente vai ser longo. A subida vai ser íngreme. Podemos não chegar lá num ano ou mesmo numa legislatura. Mas América, nunca estive tão esperançoso como nesta noite em como chegaremos lá.

Prometo-vos. Nós, enquanto povo, chegaremos lá.

Haverá reveses e falsas partidas. Há muitos que não concordarão com todas as decisões ou políticas que eu tomar como presidente. E sabemos que o governo não consegue solucionar todos os problemas.

Mas serei sempre honesto para convosco sobre os desafios que enfrentarmos. Ouvir-vos-ei, especialmente quando discordarmos. E, acima de tudo, pedir-vos-ei que adiram à tarefa de refazer esta nação da única forma como tem sido feita na América desde há 221 anos – pedaço a pedaço, tijolo a tijolo, e com mãos calejadas.

Aquilo que começou há 21 meses no rigor do Inverno não pode acabar nesta noite de Outono.

Somente a vitória não constitui a mudança que pretendemos. É apenas a nossa oportunidade de efectuar essa mudança. E isso não poderá acontecer se voltarmos à forma como as coisas estavam.

Não poderá acontecer sem vós, sem um novo espírito de empenho, um novo espírito de sacrifício.

Convoquemos então um novo espírito de patriotismo, de responsabilidade, em que cada um de nós resolve deitar as mãos à obra e trabalhar mais esforçadamente, cuidando não só de nós mas de todos.

Recordemos que, se esta crise financeira nos ensinou alguma coisa, é que não podemos ter uma Wall Street florescente quando as Main Street sofrem.

Neste país, erguemo-nos ou caímos como uma nação, como um povo. Resistamos à tentação de retomar o partidarismo, a mesquinhez e a imaturidade que há tanto tempo envenenam a nossa política.

Recordemos que foi um homem deste Estado que, pela primeira vez, transportou o estandarte do Partido Republicano até à Casa Branca, um partido fundado em valores de independência, liberdade individual e unidade nacional.

São valores que todos nós partilhamos. E embora o Partido Democrata tenha alcançado uma grande vitória esta noite, fazemo-lo com humildade e determinação para sarar as divergências que têm atrasado o nosso progresso.

Como Lincoln disse a uma nação muito mais dividida do que a nossa, nós não somos inimigos mas amigos. Embora as relações possam estar tensas, não devem quebrar os nossos laços afectivos.

E àqueles americanos cujo apoio ainda terei de merecer, posso não ter conquistado o vosso voto esta noite, mas ouço as vossas vozes. Preciso da vossa ajuda. E serei igualmente o vosso Presidente.

E a todos os que nos observam esta noite para lá das nossas costas, em parlamentos e palácios, àqueles que estão reunidos em torno de rádios em cantos esquecidos do mundo, as nossas histórias são únicas mas o nosso destino é comum, e uma nova era de liderança americana está prestes a começar.

Aos que querem destruir o mundo: derrotar-vos-emos. Aos que procuram a paz e a segurança: apoiar-vos-emos. E a todos aqueles que se interrogavam sobre se o farol da América ainda brilha com a mesma intensidade: esta noite provámos novamente que a verdadeira força da nossa nação não provém do poder das nossas armas ou da escala da nossa riqueza, mas da força duradoura dos nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e uma esperança inabalável.

É este o verdadeiro génio da América: que a América pode mudar. A nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já alcançámos dá-nos esperança para aquilo que podemos e devemos alcançar amanhã.

Esta eleição contou com muitas estreias e histórias de que se irá falar durante várias gerações. Mas aquela em que estou a pensar esta noite é sobre uma mulher que depositou o seu voto em Atlanta. Ela é muito parecida com os milhões de pessoas que aguardaram a sua vez para fazer ouvir a sua voz nestas eleições à excepção de uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.

Ela nasceu apenas uma geração depois da escravatura, numa época em que não havia automóveis nas estradas nem aviões no céu; em que uma pessoa como ela não podia votar por duas razões – porque era mulher e por causa da cor da sua pele.

E esta noite penso em tudo o que ela viu ao longo do seu século de vida na América – a angústia e a esperança; a luta e o progresso; as alturas em que nos foi dito que não podíamos e as pessoas que não desistiram do credo americano: Sim, podemos.

Numa época em que as vozes das mulheres eram silenciadas e as suas esperanças destruídas, ela viveu o suficiente para se erguer, falar e votar. Sim, podemos.

Quando havia desespero e depressão em todo o país, ela viu uma nação vencer o seu próprio medo com um New Deal, novos empregos, e um novo sentimento de um objectivo em comum. Sim, podemos.

Quando as bombas caíam no nosso porto e a tirania ameaçava o mundo, ela esteve ali para testemunhar uma geração que alcançou a grandeza e salvou uma democracia. Sim, podemos.

Ela viu os autocarros em Montgomery, as mangueiras em Birmingham, uma ponte em Selma, e um pregador de Atlanta que dizia às pessoas que elas conseguiriam triunfar. Sim, podemos.

Um homem pisou a Lua, um muro caiu em Berlim, um mundo ficou ligado pela nossa ciência e imaginação.

E este ano, nestas eleições, ela tocou com o seu dedo num ecrã e votou, porque ao fim de 106 anos na América, tendo atravessado as horas mais felizes e as horas mais sombrias, ela sabe como a América pode mudar.

Sim, podemos.

América, percorremos um longo caminho. Vimos tanto. Mas ainda há muito mais para fazer. Por isso, esta noite, perguntemos a nós próprios – se os nossos filhos viverem até ao próximo século, se as minhas filhas tiverem a sorte de viver tantos anos como Ann Nixon Cooper, que mudança é que verão? Que progressos teremos nós feito?

Esta é a nossa oportunidade de responder a essa chamada. Este é o nosso momento.

Este é o nosso tempo para pôr o nosso povo de novo a trabalhar e abrir portas de oportunidade para as nossas crianças; para restaurar a prosperidade e promover a causa da paz; para recuperar o sonho americano e reafirmar aquela verdade fundamental de que somos um só feito de muitos e que, enquanto respirarmos, temos esperança. E quando nos confrontarmos com cinismo e dúvidas e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com o credo intemporal que condensa o espírito de um povo: Sim, podemos.

Muito obrigado. Deus vos abençoe. E Deus abençoe os Estados Unidos da América

Tradução de Mª João Batalha Reis

segunda-feira, outubro 27, 2008

De cara lavada


Já está online o novo site do grupo TodosaMarar. Aproveitem para espreitar e para se juntar!
Em breve estará disponível o filme da ultima missão "Almofadada 2008" - Um sucesso! :)

segunda-feira, outubro 20, 2008

Almofadada 2008


Missão: Almofadada 2008
Vem participar na maior batalha desde a tomada de Lisboa aos Mouros.


Traz os teus amigos, a tua família, os teus filhos, os teus pais, os teus colegas de trabalho e tragam as vossas almofadas.

INSTRUÇÕES

Data: 25 de Outubro de 2008 (Sábado), às 18h00.
Local da Batalha: Praça Luís de Camões.
Equipamento: Almofada macia + adereços + protecções de acordo com a vossa imaginação.
Disposição dos Guerreiros: Os guerreiros deverão colocar-se em duas longas filas viradas de frente umas para as outras, de acordo com as instruções do árbitro.
Início: Por volta das 18h00, o início da batalha será assinalado por um árbitro credenciado em almofadadas. Cheguem antes das 18h00.
Tácticas de Combate: todo o tipo de formações criadas pela vossa imaginação.
Fim: Imprevisível.
Após o Fim: Um abraço ao inimigo. 

REGRAS

- Só podem ser utilizadas almofadas macias! 
- Sejam meigos. 
- Não batam com as almofadas em pessoas sem almofada ou com máquinas de filmar. 
- Tirem os óculos antes do início.
- Este evento é gratuito e apropriado a todas as idades.
- Outras guerras de almofadas realizadas noutras cidades:

Nova Iorque: http://www.youtube.com/watch?v=Gxd149-nQkQ 
São Francisco: http://www.youtube.com/watch?v=YwWPywVlpug 
Caldas da Rainha: http://www.youtube.com/watch?v=NAwU92ynO7M 

Outras missões em http://www.marar.eu

Marar, um pouco de loucura saudável na tua vida

sábado, agosto 09, 2008

segunda-feira, agosto 04, 2008

Nouvelle Vague @ Aula Magna


Excelente concerto este, que assisti graças à generosidade de uma prenda de anos bem dada, e que está disponível para todos em edição limitada de Duplo-CD/DVD, nas lojas FNAC do país.

segunda-feira, julho 28, 2008

A morte de Tchaikovsky, realização e ideia original de Nuno Félix

E o vencedor é A morte de Tchaikovsky! Realização e ideia original de Nuno Félix, mais conhecido entre os amigos por MOSCA!
Estava a passear na blogosfera e voltei a recordar o prémio que o Mosca ganhou no concurso de final de ano da licenciatura em cinema da Universidade Lusófona. Não quero deixar passar o feito, até porque o mundo das artes não anda fácil e um pouco de publicidade, a quem merece, sempre ajuda.
Depois de muita conversa sobre cinema com o Mosca em casamentos, baptizados, festas e afins a curiosidade de ver o primeiro trabalho surgir era muita, por isso só podia marcar presença no Cinema São Jorge. Já conhecia a história, mas ver o resultado da realização surpreendeu. Vê-lo ser o escolhido pelo Júri do concurso entre os 5 filmes dos finalistas veio confirmar o valor do realizador e da sua equipa.
Fiquem atentos e esperemos pelo próximo filme! Aguardo convite!

sexta-feira, julho 25, 2008

Kings of Convenience


Grande concerto em Cascais!
(para breve, talvez, uma maior e melhor descrição)

quarta-feira, julho 16, 2008

Bang! - Mais uma missão


Mais uma mês, mais uma missão!
Foi muito louco ver pessoas que não tinham nada a ver com o "filme" a começarem aos tiros e a morrer, ou simplesmente espantadas com o que estavam a ver!
Muito fixe ;) Vejam o filme

domingo, julho 13, 2008

Lisboa, uma cidade cada vez mais apaixonante


Esta é uma frase que tenho repetido várias vezes nos últimos tempos. Felizmente nos últimos dois anos, tive a possibilidade alargar o meu horizonte sobre o mundo. Várias viagens realizadas e regresso sempre com a certeza que viajar é viciante, que nos alarga horizontes, dá-nos a conhecer um mundo para lá do nosso dia a dia, mas sobretudo faz-me também dar mais valor a esta cidade à beira Tejo com uma luz única no Mundo!

É comum passear por Lisboa e descobrir sempre um sítio novo, um café diferente, uma paisagem nova. Lisboa oferece-nos um ambiente cultural que mistura "gentes" europeias, africanas, sul americanas que no seu conjunto definem as gentes de Lisboa, mas sempre com a garantia que quando se entra no típico bairro de Alfama das janelas ouve-se o Fado, ouve-se os resmungares de Lisboa. Para os que não o apreciam, a cidade das sete colinas já oferece muito mais que esse hino de Lisboa. Nos últimos três anos nascem bares, esplanadas, teatros renovados, festivais, restaurantes, museus por toda a cidade que diversificam a oferta da cidade. Os ambientes destes espaços permitem dizer que a oferta vai de encontro a todo o género de procura. Como se a novidade por si só não bastasse, a qualidade passou a ser uma exigência do cliente e isso verifica-se no nível da oferta da cidade!

Mas Lisboa na foz do Tejo é muito mais que o seu ambiente urbano!

Sintra, Cascais, Guincho, Meco, Sesimbra, Costa da Caparica, Palmela, Comporta, Troia, Ribatejo, tudo a uma hora ou menos de Lisboa permitem os escapes de fim de semana, os escapes de final do dia, para fora do stress urbano!

Perguntam-se porque este post?

A resposta vem no The New York Times! Achei no mínimo estranho que um Jornal do lado de lá do Atlântico estivesse a elogiar a minha Lisboa e eu nunca me tinha dado ao trabalho de partilhar com o Mundo esta minha cidade! Passem no link para espreitar os elogios do lado de lá do Atlântico sobre o título Lisbon Comes Alive. Ficam os links:

O Artigo: Lisbon Comes Alive

As fotos: Lisbon’s Cultural Boom

Como diria o fadista, Lisboa é cada vez mais "menina e moça" e do outro lado do Atlântico já perceberam!

segunda-feira, junho 09, 2008

TodosAMarar: PARADINHA

Sem dúvida que o melhor comentário foi "isto é para o Guiness" (Não se está mesmo a ver!!! :)

More to come...

Torna-te um agente em:
http://improveverywhere.ning.com/group/todosamarar

segunda-feira, maio 12, 2008

Mad World



"All around me are familiar faces, worn out places, worn out faces, bright and early for their daily races. Going nowhere, going nowhere. And their tears are filling up their glasses. No expression, no expression. Hide my head, I want to drown my sorrow, no tomorrow, no tomorrow. And I find it kind of funny, I find it kind of sad. The dreams in which I'm dying are the best I've ever had. I find it hard to tell you 'cos I find it hard to take, when people run in circles it's a very, very, Mad World. Children waiting for the day they feel good - Happy Birthday, Happy Birthday. Made to feel the way that every child should sit and listen, sit and listen, went to school and I was very nervous. No one knew me, no one knew me. Hello teacher tell me what's my lesson, look right through me, look right through me."

sexta-feira, maio 09, 2008

Quando o Mundo encontra o Mundo

O Pangea Day é um evento cultural planeado à escala mundial, que se irá realizar no próximo Sábado, das 16h30 às 23h00, globalmente à mesma hora. Este evento consiste na reprodução de um filme resultante da compilação de curtas-metragens realizadas por cidadãos desconhecidos e dos mais variados quadrantes socio-culturais.

Num mundo onde as pessoas são constantemente divididas por fronteiras, diferenças e conflitos, é fácil esquecer o que todos têm em comum. O Pangea Day promove assim a união do mundo como se de um só povo se tratasse, como na Era Pangeia.

A ideia partiu da realizadora Jehane Noujaim e foi apadrinhada por figuras respeitadas como Bob Geldof, Meg Ryan, Vik Muniz, Philippe Stark ou Dave Stewart, entre muitos outros.
Em suma, o grande objectivo proposto para o evento é deixar o mundo, no mesmo dia e à mesma hora, deslumbrado consigo próprio.

Antes da projecção dos filmes, vais ter a oportunidade de participar em diferentes actividades. Para mais informações, visita o nosso site.


Site do evento no IST-Taguspark: http://friendsofpangeaday.tagus.ist.utl.pt
Site do evento global: http://pangeaday.org/

quarta-feira, abril 30, 2008

Robin Williams Joins Pangea Day!

Vejam como participar em:
http://friendsofpangeaday.tagus.ist.utl.pt/

e

http://www.marar.eu/index.php/todosamararmenu/43-todosamarar/67-por-um-fio-10-de-maio-2008-pangea-day.html

segunda-feira, abril 28, 2008

Pangea Day PT - Todos a Marar



No dia 10 de Maio, às 18h00 no IST-TagusPark, a Todos a Marar vai realizar uma experiência MP3 com mais de 100 agentes.

A Missão Por Um Fio é baseada nas MP3 Experiment dos ImprovEverywhere, podem ver no You Tube: http://youtube.com/watch?v=5Lgvx_TYlzo

Junta-te a nós numa tarde inesquecível, numa experiência alucinante, em que o objectivo é alcançar a Loucura Saudável via MP3.

Para mais informações vai até à página da Missão: Por Um Fio . Para te inscreveres envia um email para porumfio@marar.eu

Esta missão está integrada com um evento à escala mundial que irá decorrer no IST-TagusPark, Oeiras, o Pangea Day . Podem ver toda a informação sobre este evento na seguinte página: http://friendsofpangeaday.tagus.ist.utl.pt/.

sexta-feira, abril 18, 2008

Alguma vez tentaste cantar o hino de outro país?

Está quase - 10 de Maio de 2008...





Pangea Day - http://www.pangeaday.org

Em Setembro num cinema perto de si!

Mais um curso de Palhaço :o)

Maio, Junho e Julho.

Destinatários: Todos aqueles que se queiram conhecer.

Horário: Às quintas-feiras das 20h30 às 22h30

http://cursosdepalhaco.blogspot.com


O Curso de Palhaço pretende desenvolver como trabalho principal o
Autoconhecimento. A aprendizagem deste curso passa por um processo de
desaprendizagem mental, ou seja, pela desconstrução consciente dos padrões de
comportamento e de reacção repetitivos da mente humana. A observação desses
padrões é estimulada através de exercícios orientados, onde cada um é levado a
observar o que sente e o que se processa no seu interior diante de um público
(do “outro”) – espaço esse de partilha de sentimentos através do olhar, na
tentativa de encontrar o "Eu" verdadeiro capaz de se rir de tudo aquilo que
aparentemente mais o perturba.

terça-feira, abril 08, 2008

Estão todos convidados!

Desde 1991 que Animadores, Faíscas, Fagulhas, Fogueiras e Labaredas,
enchem cada nota e cada palavra das nossas músicas com a Alegria e a Ternura,
próprias da Candeia.
No dia 13 de Abril às 17h30, junta-te a nós e vem dar cor à tua voz.
Vai ser o lançamento do nosso cd, e gostava que estivesses presente. Traz amigos, para conhecerem o nosso projecto.
Vai ser na Fábrica Braço de Prata – Sala Nietzche

www.candeia.org

terça-feira, abril 01, 2008

segunda-feira, março 31, 2008

Mas quem é a Carolina Michaelis?

Após alguns dias a dizer a mim mesmo:
- Tenho de ir ver quem é esta senhora? Será que devia saber quem era?
Hoje lembrei-me e o google deu-me a resposta! Vamos lá começar a falar da senhora pela verdadeira razão...

Carolina Michaëlis de Vasconcelos (Berlim, 15 de Março de 1851 — Porto, 22 de Outubro de 1925) foi a mais célebre filóloga da língua portuguesa. Ela foi crítica literária, escritora, lexicógrafa, investigadora e a primeira mulher a leccionar numa universidade portuguesa, na Universidade de Coimbra. Ela tem grande importância como mediadora entre a cultura portuguesa e a cultura alemã.

in Wikipédia

Carolina Michaelis e as reflexões que provoca na sociedade

Nos últimos dias oiço alguns amigos do CM dizerem com orgulho que isto...



...nunca viram isto no Colégio!

Gostava de acrescentar com tristeza que isto...


... também não!

quinta-feira, março 27, 2008

Frase da noite...

Fiz mal em envelhecer. Foi uma pena. Eu era tão feliz em criança...

Antoine Saint-Exupéry - Piloto de Guerra 1942

sábado, março 08, 2008

Obrigado

Malta fixe,

Esta é a minha prenda de aniversário para vocês:



Fiz este vídeo como forma de vos agradecer por de alguma forma terem estado presentes na minha vida, e especialmente terem tornado este último ano (o meu 25º :) tão especial e intenso.

Foi um ano cheio de mudança, aprendizagem e crescimento que, como disse o “outro” do filme, “A felicidade só é verdadeira quando partilhada”, por isso quero agradecer-vos por tornarem a minha vida tão verdadeira.

Este é também um compromisso para que o 26º seja ainda mais especial.

Em relação ao vídeo, para perceberem o conceito, eu peguei na música e consoante as emoções/palavras que me foram vindo à cabeça fui procurando fotos na net (google images), depois juntei tudo... et voilá. Acredito que à primeira seja difícil perceber todas as mensagens implícitas e as ligações com a música, mas quis fazer isto ao ritmo que vivo a vida.

Achei curioso como fotos que à partida podem dizer tão pouco podem dizer tanto.

"I never ever, I forget my story.
My face is no sad, but (sometime) inside, I am sad."

Finalmente: What we are :)

domingo, março 02, 2008

O CD do carro... BONE - Tim Booth

Nos próximos tempos vou tentar deixar por aqui o que se anda a ouvir no meu carro!

Desta vez deixo uma música do CD BONE do Tim Booth, vocalista dos "James", numa das suas incurssões pela música a solo. Aqui fica "Monkey God"...



Espero comentários!