Páginas

segunda-feira, junho 25, 2007

Comments please!

Antes de mais, lançamos o desafio de responder a estas questões a todos aqueles que opinem sobre estes temas. Pedimos que nos dêem a vossa opinião, o vosso modo de olhar o mundo, a vossa visão de quais são os princípios que vos movem para atingirem o tal estado de equilíbrio pessoal!

Por isso aqui ficam algumas perguntas que acho que todos já se questionaram (pelo menos se lêem este blog... o que é o caso!). Por agora, esperamos ouvir bocas, opiniões e, até quem sabe, divagações filosóficas das mentes mais pensadoras que andam por aí!


Por isso aqui fica um conjunto de perguntas a debater! Queremos ouvir a vossa opinião!



Retomando a clássica pergunta do Lapão, é possivel querer ter “uma vida de
felicidade e uma vida de significado”? Ou apenas se consegue optar por uma delas?
(enquadrem a pergunta no âmbito do texto do Lapão)


Separando agora um pouco as águas sobre o “The Secret”.


-Qual foi a vossa opinião sobre o filme?


-Mudou alguma coisa na vossa maneira de pensar e encarar a vida?


-Foram apresentados argumentos reais e plausíveis? Ficaram curiosos de conhecer mais este “segredo”?



-Acharam que existe neste filme um princípio fundamental da forma como vivem?


-Esta “lei da atracção” é para vocês apenas uma diferente percepção do mundo onde vivem ou algo mais? Caso seja uma percepção diferente, há algo a fazer em relação a isso?


Apesar de ser uma pergunta muito complicada e vasta, vou tentar faze-la de um modo simples e objectivo: (podem divagar...)
-Relativamente ao poder das emoções vs lógica/razão qual o mais
predominante na vossa vida? Poderemos confiar totalmente em algum deles? Se não, como fazer a distinção e saber utilizar a lógica em vez dos sentimentos ou vice-versa? O que há para lá de ambos?


And now for something completely different...

Bitoque ou bife com batatas fritas com ovo a cavalo?

Aquando na Adega da Bairrada, Arroz de Quá-Quá ou Polvinho à Lagareiro?

Porqueque existem pessoas que usam tantos diminutivos?

Mas quem é que tem tempo para ver o "Segredo"?

A verdade é condicionada pelos olhos de quem interpreta, ou só existe uma verdade?

Não racionalizar as sensações, é ter medo do que elas significam ou simplesmente vontade de viver a vida como ela é?

Devemos viver pelos nossos sentidos, pela razão ou é um misto? O que são os impulsos? E para que servem os valores?

2 comentários:

Carla Barros disse...

Bem, decidi aceitar o desafio e tentar responder às tuas questões, aqui vai:

1 - Eu acredito que é possível ter ambas, uma de significado e ao mesmo tempo de felicidade. Não vou pegar em texto nenhum, mas vou dizer o que sinto. Eu sei que sou feliz, e sei que a minha vida tem significado para mim e para mais pessoas.

2 - O filme "The Secret" - gostei da mensagem do filme, é algo em que acredito, a nível da realização, poderia estar bem melhor, menos "americanizado".

3 - Não. Eu já pensava assim. Mas deixou-me a pensar mais :)

4 - Os argumentos foram demasiado exagerados, não havia necessidade.. Fiquei com vontade de iniciar as tertúlias lá em casa :)

5 - Sim

6 - Vocês fazem muitas perguntas :)

7 - Relativamente ao poder das emoções vs lógica, o mais predominante na minha vida é sem dúvida o emotivo. Acho que temos é de aprender a ouvir ambos, e decidir sabendo que nem sempre seguimos as nossas emoções, ou a nossa razão, mas quando decidimos esse é o caminho que escolhemos. As pessoas são diferentes, e na vida temos posturas diferentes, nenhuma está errada, ambas somos nós, e enquanto formos verdadeiros estamos sempre bem. Quando perguntas o que há para além de ambos, eu digo EU.

8 - Não sei o que é ovo a cavalo.

9 - Nunca fui à adega da bairrada.

10 - Porque elas também são pequenitas - no bom sentido :)

11 - Quem tem tempo para ler este blog

12 - Existem tantas verdades...

13 e 14 - Fica para uma próxima.

Andorinha disse...

Não vou responder ao desafio, até pq ainda n vi o filme, e não conheço os conceitos transmitidos na totalidade. Só comento aquilo que vi. Mas faço questão de falar sobre este tema pq me interessa.
Há princípios neste filme que tenho vindo a praticar com frequência, juntamente com outros e que me permitem evoluir.
Apresento-me: chamo-me Sofia e sou criadora da minha realidade.
Baseando-nos em 6 elementos podemos atingir auto-conhecimento, e simplificar a vida, o trás consigo o sentimento de concretização e/ou felicidade se assim quiserem chamar: intenção, imagem mental, pensamento, palavra, sentimento e acção.
É demasiado longo explicar este conceitos aqui, um dia fa-lo-ei no meu blog, mas deixo apenas uma achega: se temos uma intenção forte de concretizar um objectivo, seja ele de cariz material, profissional,sentimental,..., temos de observar com atenção 3 coisas fundamentais: pensamento positivo, imagem mental construtiva, e palavras positivas. Se desejo ser profissionalmente reconhecida, o meu pensamento tem que ser que eu sou a melhor pessoa para executar tal tarefa, e terei a ajuda de outros q a mim se irão unir. A imagem q crio involuntariamente na minha cabeça de que vou estar só, pode ser alterada para um: o meu colega vai estar ao meu lado. Por último, as minhas palavras devem ser escolhidas em cada momento, e abolir ao máximo qualquer espécie de negatividade. Uma pessoa não se deve caraterizar como lutadora, a palavra luta atrai imediatamente conflito. A pessoa deve dizer que é empenhada, dedicada, esforçada, ...
Trabalhando estes 3 aspectos, os sentimentos/emoções serão naturalmente melhores e positivos e as acções perpretadas a cada momento refletirão esse sentimento, tornando-se elas simples, assertivas e a energia emanada irá permitir criar uma realidade de acordo com a intenção que formulei. Ou seja, não basta como ouvi no trailer, to think and have good thoughts. Há que trabalhar as imagens/sonhos, e fundamentalmente a palavra.
Há muitissimo mais para dizer sobre isto, mas acho que nem num post o consigo fazer. Terei todo o prazer de explicar esta filosofia pessoalmente às pessoas deste blog que me conhecem e às que me queiram conhecer.
Um abraço, e parabéns pelo vosso canto ao qual virei assiduamente.