sábado, novembro 14, 2009
Ex-alunos do Colégio Militar são sempre gente com outra postura perante o dever e a sociedade
O Colégio Militar
Por Luis Campos e Cunha
Ex-alunos do Colégio Militar são sempre gente com outra postura perante o dever e a sociedade
A ideia de que a natureza tem horror ao vácuo fazia parte da física na Idade Média. Mas esta lei do horror tem corolários na vida actual: os políticos incompetentes têm horror a novas caras nos partidos; os escroques têm horror a uma justiça que funcione; e, do mesmo modo, os bons investidores têm horror a uma justiça que não funciona. E podíamos continuar, mas vem tudo isto a propósito das notícias recentes sobre Colégio Militar. Devo declarar que não frequentei o Colégio, embora com pena minha, porque o meu Pai entendeu que eu poderia ser seduzido pela vida militar e para tal bastava ele. O meu irmão esteve no Colégio, por circunstâncias familiares extremas, não se deu bem, e saiu ao fim de dois anos, se bem me lembro. Não tenho, portanto, especiais ligações ao Colégio Militar (CM) mas tenho muitos amigos (e dos bons) que por lá passaram.
As recentes notícias dão uma ideia do Colégio como uma escola de sevícias e de maus tratos. Problemas de maus tratos em escolas sempre existiram e devem ser combatidos com determinação pelas autoridades da escola em causa, mas não faz da escola uma instituição a fechar. Lembro-me bem de, há uns anos na minha Faculdade, terem ocorrido praxes indignas das nossas caloiras e imediatamente o Director de então tomou medidas para que tal não voltasse a acontecer. E não aconteceu. O CM não é excepção, mas o que está em causa é uma tentativa de fazer desaparecer uma das instituições mais antigas de ensino na Europa com uma longa tradição de serviço ao País.
Recordo, com alguma tristeza, que uma das "regalias" de um militar morto em combate em África era os filhos terem educação gratuita no CM. Por esse facto e por as pensões de sobrevivência serem, à época, absolutamente miseráveis (recordo-me de casos concretos), havia sempre vários órfãos no Colégio. Fazia parte das obrigações dos graduados (ou seja, alunos finalistas do CM) terem não só uns ratas (alunos caloiros) como seus protegidos mas também cuidarem dos dramas de algum aluno cujo pai tivesse morrido. Quem conhece ex-alunos do Colégio sabe que têm uma organização e uma coesão ímpar em qualquer outra escola. Falam do Colégio com saudade e têm um respeito pela instituição como ninguém tem da sua escola. Nela se fizeram amizades que perduram para toda a vida e alguns dos meus melhores amigos são ex-alunos do CM e devo confessar que são sempre gente com outra postura perante o dever e a sociedade.
O Colégio Militar dá educação em sentido pleno do termo. Tem um ensino de excelente qualidade e dá quadros de valores que nenhuma outra escola garante.
Em 1975, numa acção de dinamização organizada para os alunos do Colégio por gente afecta ao PCP -Varela Gomes, Faria Paulino e outros- começaram a atacar a instituição e a apelidarem os alunos de príncipes privilegiados. Um aluno dos mais novos, ou seja com uns 11 anos, levanta-se e calmamente diz que é filho de um oficial que morreu em combate, que se não fosse o Colégio não poderia estudar e não percebia onde estava o príncipe. Os protesto generalizaram-se (teve lugar uma gigantesca boiada, usando a terminologia do CM) e a comissão de dinamização foi forçada a sair pela porta dos fâmulos -porta de serviço- e não pela porta principal. Foi o enxovalho total, apesar de os oficiais tentarem, em vão, acalmar os alunos. É gente de fibra.
Aliás sempre foi assim. Faz parte da sua história mais antiga que quando teve lugar o atentado a Sidónio Pais gerou-se, naturalmente, o pânico entre a população e as unidades militares ajudaram à turbamulta. A única unidade que manteve a calma, ajudou a população e evitou mais mortos foi exactamente uma unidade do Colégio. Portanto, a tradição vem de longe.
O ensino tem uma qualidade excepcional e que não é possível sem um internato, onde os laboratórios de línguas e as salas de estudo estão ao lado do picadeiro e da sala de esgrima. Qualquer pai, cá fora, que tente dar a mesma formação passaria o tempo a servir de motorista do filho. É, aliás, uma tradição muito antiga dos melhores colégios ingleses.
Como professor na universidade, sempre que tenho conhecimento de que um aluno meu veio do CM, posso testemunhar o aprumo, o à vontade, a auto-confiança e o profissionalismo com que está numa aula. Tudo isto, em flagrante contraste com os colegas, especialmente os mais betinhos.
Além disso, como os alunos são tratados por igual, têm um número (que vem antes do nome), andam vestidos com farda e os filhos de pais ricos não se distinguem dos filhos de pais pobres. Também por isso, o convívio democrático hierarquizado é a regra. Ainda bem.
O contraste é gritante com o que se passa nas nossas escolas. E a anarquia, quase geral em que vive o ensino secundário, tem horror ao Colégio Militar, obviamente. Aliás, a verdade é mais funda: a anarquia quase geral da nossa sociedade tem horror à instituição militar. Uma instituição organizada, como a militar, que cultiva os valores da honra, da camaradagem, da disciplina e do dever para com a pátria, não pode ser bem vista pela sociedade actual. A nossa vida colectiva -a civil- privilegia o oportunismo, habituou-se aos casos de corrupção (com ou sem fundamento), tem uma imprensa virada para o escândalo e uma televisão com novelas que são difusoras da falta valores e da ausência dos bons costumes.
O Colégio Militar poderá acabar mas as razões estão na nossa sociedade e não dentro dos muros do Colégio. O horror à decência é dos indecentes. Professor universitário
Público de 13-11-2009
quarta-feira, novembro 11, 2009
O FIM DOS COLÉGIOS MILITARES?
quinta-feira, novembro 05, 2009
Denúncia de mais um caso que se passou no Colégio Militar
sexta-feira, outubro 23, 2009
Carta escrita por uma mãe de um aluno do Colégio Militar a um deputado do Bloco de Esquerda
Sou mãe de um aluno que frequenta o Colégio Militar há 4 anos, para onde foi
depois de uma experiência de um ano numa escola pública em que era
maltratado fisica e psicologicamente por colegas e ignorado por professores,
tendo perdido o ano com cinco negativas e apoio psicológico. No ano
seguinte, já no Colégio Militar, ficou no quadro de honra com média de 14,5
e, decorridos 4 anos, adora o Colégio e está "de rastos" com o que tem sido
dito na comunicação social.
Assim, uma vez que ouvi as suas declarações na RTPN, não posso deixar de
manifestar a minha opinião sobre as mesmas.
Compreendo as motivações profissionais do Dr. Garcia Pereira no assunto, mas
confesso que tenho alguma dificuldade em perceber o empenho do BE em geral e
de V. Exa. em particular na condenação de um Colégio, que pode ter regras
que não são compatíveis com a V/ visão do ensino, pode ser criticado nalguns
aspectos, mas que não merece a campanha persecutória e sistemática que lhe
tem sido movida.
Não pretendo desculpabilizar actos que *só aos tribunais compete avaliar e,
se for o caso, condenar*.
Parece-me, porém, que não cabe a V. Exa., nem a qualquer partido
político, condenar uma instituição de ensino da forma exarcebada e
degradante como o têm feito e, com isso, rebaixar todos os alunos que a
frequentam e que ficam desestabilizados com todo o circo mediático que isso
gera. Especialmente quando V. Exas não têm conhecimento - nem procuram
conhecer - todos os lados da questão. Talvez devessem informar-se porque
razão os pais de 400 alunos defendem o Colégio e porque é que a mãe de dois
dos alunos queixosos, ao que soube, mantém os filhos no Colégio!
Como mãe e cidadâ não aceito uma tomada de posição desta força e dimensão
por parte de membros da Assembleia da República quando *não vi - nem vejo -
o mesmo empenho, igual indignação e o pedido de urgente condenação (como
hoje V. Exa tão veementemente manifestou) com os graves problemas com que o
Estado de Direito se debate e a vergonha que foi e continua ser o processo
de pedofilia da Casa Pia*. Talvez os meninos pobres e desprotegidos desta
instituição, cujo processo não mereceu da PGR a consideração de "violência
escolar" que justifica a celeridade do processo dos alunos do
CM, não constituam para V. Exas. uma causa com que se identifiquem por não
permitir o ataque a instituições da estrutura (militares ou outras).
Permita-me um conselho final: a próxima vez que V. Exa falar publicamente do
Colégio Militar será importante investigar antes sobre se não estarão em
causa eventuais interesses no fecho de um Colégio com 19 hectares no centro
da capital, que, a existirem, V/ Exa e o partido que
representa estarão inadvertimente a ajudar.
Com os melhores cumprimentos,
quinta-feira, outubro 22, 2009
Frase do dia!
terça-feira, outubro 20, 2009
A Honra Vale Mais que a Vida
sexta-feira, outubro 16, 2009
quarta-feira, setembro 23, 2009
quarta-feira, setembro 09, 2009
À terceira é de vez! - Queres Conhecer-Me-Te
- É obrigatória a presença em todas as sessões da Oficina. As sessões são as seguintes:
- 25/09 (sexta-feira) das 20h30 às 23h00
- 26/09 (sábado) das 10h30 às 18h00
- 27/09 (domingo) das 10h30 às 18h00
- Em vários momentos da Oficina iremos estar sentados no chão.
- É importante trazer roupa confortável.
quinta-feira, agosto 13, 2009
sexta-feira, julho 24, 2009
segunda-feira, julho 20, 2009
Amar,
segunda-feira, julho 13, 2009
É tão fácil argumentar...
sexta-feira, junho 12, 2009
3ª Edição do Queres Conhecer-Me-Te já em -------- Setembro
"Queres conhecer-me-te" é uma experiência profunda e inesquecível sobre o nosso eu, sobre a nossa consciência.terça-feira, junho 09, 2009
domingo, maio 24, 2009
domingo, maio 03, 2009
LISBOA
Esqueci-me do teste e recordei... como adoro Lisboa...
Já agora espreitem o artigo da TIMES.
terça-feira, abril 28, 2009
domingo, abril 26, 2009
Shaheen Jafargholi - Britains Got Talent 2009 Ep 2 - 12 Year Old Singer
Este programa exemplos de vida e para a vida brutais.
A capacidade deste miúdo de 12 anos de lidar com um fracasso e construir sucesso é invejável!
segunda-feira, abril 20, 2009
Prédios que falam!

sexta-feira, abril 17, 2009
Filmes do Tejo exibe filmes no IndieLisboa'09 - Águas Mil

“ÁGUAS MIL” (LONGA-METRAGEM)
1. Sinopse
Pedro (interpretado por Gonçalo Waddington) é um jovem encenador cheio de dúvidas sobre a peça de teatro político que tem nas mãos e a atravessar uma crise pessoal. Para além do questionamento do radicalismo revolucionário que essa peça coloca e que interpela directamente o seu próprio passado familiar, Pedro mostra-se também confuso com as novas responsabilidades e expectativas decorrentes da gravidez da namorada (Joana Seixas). A encenação parece indefinidamente bloqueada até que Pedro faz uma descoberta em casa da avó, que poderá explicar o desaparecimento do seu pai logo após a Revolução dos Cravos. Na caravana em que a família o costumava levar para férias em miúdo, Pedro encontra dois revólveres e vários documentos que lançam uma nova luz sobre tudo o que lhe tinham dito sobre a misteriosa figura do pai. Parte à procura de respostas, deixando todas as responsabilidades imediatas para trás. O filme de Ivo M. Ferreira, que assina aqui a sua segunda longa-metragem, é uma interpelante e rara revisitação ficcional de algumas memórias pós-revolucionárias portuguesas.
2. Datas de Exibição no IndieLisboa’09 e Ficha Técnica do filme
25 Abril, 21:45, Cinema São Jorge, Sala 1
29 Abril, 21:45, Cinema City Classic Alvalade, Sala 3
Ficção, Portugal, 2009, 85', 35mm
Argumento: Ivo M. Ferreira
Fotografia: Pedro Cardeira, Susana Gomes
Música: António Pedro
Som: Vasco Pimentel
Montagem: Rodolfo Wedelles, Sandro Aguilar
Com: Adelaide João, Cândido Ferreira, Gonçalo Waddington, Hugo Tourita, Joana Seixas, Juan Jesus Valverde, Lídia Franco
Produtor: Maria João Mayer
Produção: Filmes do Tejo II
3. Nota do Realizador
Houve, em todas as épocas, homens e mulheres que abdicaram das suas vidas pessoais para se dedicarem à política, para construírem um mundo melhor e mais justo. Tive o privilégio de me cruzar com um ou dois destes seres especiais, por quem sinto um imenso respeito e um grande fascínio.
Sinto, por vezes, boa inveja dos revolucionários da época do fascismo porque eles tinham um inimigo bem claro para combater.
No marasmo em que vivemos, o inimigo é ténue. O maior de todos parece residir dentro de nós. Da minha parte, tento sempre encontrar a melhor forma de o combater.
Durante dezenas de anos, para combater o fascismo, foram necessárias diversas formas de luta e, também, a luta armada. Após o 25 de Abril, quando se procuravam novos caminhos, vários grupos armados foram constituídos com vista a preservar o que alguns militantes de esquerda acreditavam ser o espírito original da revolução. Hoje,
parece-me absurdo, a mim que detesto violência, mas não condeno de modo algum estes processos em absoluto e, por isso, trato-os com respeito. Foram actos de coragem. Talvez até um dia, voltem a fazer sentido.
ÁGUAS MIL é a voz dos “filhos da revolução” exigindo à geração dos pais que contem o que se passou na História recente de Portugal, quando o País e o Mundo
transbordavam de ideias que caíram antes de se erguerem.
4. Biografia do Realizador
Nascido em Portugal em pleno rescaldo da revolução de 1974 e no seio de uma família de artistas politicamente activa, Ivo Marques Ferreira esteve desde sempre em contacto com o teatro e o cinema.
Iniciando a sua formação técnica e artística em Lisboa, trabalhando como fotógrafo, actor, produtor, encenador e “light designer”, Ivo segue para uma breve passagem na London International Film School, e na Universidade de Budapeste e chega finalmente à China, destino que marcará para sempre a sua vida pessoal e profissional: monta uma pequena produtora em Macau e realiza o seu primeiro filme (e recebe os primeiros prémios). De volta a Portugal, a convite da Exposição Universal de 1998, realiza uma também premiada curta-metragem e pouco tempo depois, dirige a sua primeira longa-metragem. Em 2006 recebe uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para um curso de Escrita de Argumento leccionado pela L.I.F.S., o que o levou a lançar-se na escrita, e realização, daquele que é até agora o seu projecto mais pessoal: “Águas Mil”.
Recentemente, acabou de ser pai e concluiu o documentário “Go with the Wind”, que o levou novamente à China, desta vez para abordar o tema da emigração.
Filmes do Tejo exibe filmes no IndieLisboa'09 - Arena
“ARENA” (CURTA-METRAGEM)
1. Sinopse
Mauro vive em prisão domiciliária.
As tatuagens ajudam-no a queimar o tempo.
Três putos do bairro aproximam-se da sua janela.
Lá fora, o sol bate com a força do meio-dia.
2. Datas de Exibição no IndieLisboa’09 e Ficha Técnica do filme
26 de Abril | 19:00 | Sala 1 - Cinema S. Jorge
27 de Abril | 21:30 | Sala 3 - Cinema S. Jorge
1 de Maio | 16:15 | Sala 3 - Cinema S. Jorge
Ficção, Portugal, 2009, 15', 35mm
Argumento: João Salaviza
Fotografia: Vasco Viana
Som: Inês Clemente
Montagem: João Salaviza
Com: Carloto Cotta, Rodrigo Madeira
Produtor: François d’Artemare, Maria João Mayer
Produção: Filmes do Tejo
3. Nota do Realizador
Mais do que captar as transformações de um lugar, interessa-me a tensão dos momentos em que nada se altera. O protagonista de “Arena” está confinado a um espaço e a um tempo limitados. Ao filmar o Mauro em prisão domiciliária confrontei-me com a condição de um homem que não tem para onde ir. Segui esta ideia, desde o guião até à montagem. O princípio de que os planos não se antecipam às deambulações do protagonista, nem lhe sugere caminhos que ele, simplesmente, não pode ver.
É justo para alguém que vive com grades nas janelas de casa, e que está secretamente à espera que as coisas mudem por si.
Lisboa, 27 de Março de 2009
João Salaviza
4. Biografia do Realizador
João Salaviza nasce em Lisboa em 1984. Forma-se em Cinema, área de montagem, pela Escola Superior de Teatro e Cinema, concluindo os estudos na Universidad del Cine, em Buenos Aires.
A sua primeira curta-metragem, "Duas Pessoas", participa em vários festivais internacionais, vencendo o Grande Prémio Take One em Vila do Conde.
Trabalha essencialmente em montagem para cinema e televisão.
"Arena", apoiada pelo ICA e RTP, é a sua segunda curta-metragem.
quarta-feira, abril 15, 2009
terça-feira, abril 14, 2009
Vale a pena trabalhar para um sonho :)
E é sempre emocionante assistir a essa concretização.
Susan Boyle - Singer - Britains Got Talent 2009
quarta-feira, março 25, 2009
segunda-feira, março 16, 2009
domingo, março 15, 2009
domingo, março 08, 2009
Queres Conhecer-Me-Te - 2ª Edição
Estão abertas as inscrições para a segunda edição do workshop "Queres Conhecer-Me-Te" da Marar depois do sucesso da 1ª edição.
"Queres conhecer-me-te" é uma experiência profunda e inesquecível sobre o nosso eu, sobre a nossa consciência.
Através de uma dinâmica simples, divertida mas muito consistente e ousada, o participante percorre um caminho de auto-conhecimento que irá mudar a sua vida e o seu poder de agir sobre ela.
Horário: 5 sessões das 20h30 às 23h00, nos dias 31/03, 07/04, 14/04, 21/04, 28/04 (às terças-feiras)
Local: Espaço Pleasures na zona Norte do Parque das Nações (sala privada)
Preço: 90€ / pessoa (IVA incluído)
Inscrições: O curso é limitado a 12 participantes. Envia-nos um email para workshops@marar.eu com o teu nome e nós entraremos em contacto contigo.
terça-feira, fevereiro 24, 2009
I believe someone wants you to know...
sexta-feira, fevereiro 20, 2009
Criatividade é para os Criativos, e os Criativos somos nozes
I have heard a lot of people say precisely that: “I am not creative”. The truth, of course, is that we are all creative. That's what differentiates us from Parrots who can say clever things put couldn't have a creative idea if their lives depended upon it. The truth is we are all creative. And while some people are naturally more creative than others, we can all have very creative ideas. The problem is, as we grow older, most of us learn to inhibit our creativity for reasons relating to work, acceptable behaviour and just the notion of being a grown-up.
Yeah, and tripping a child when she is learning to walk will help her improve her walking skills. Nonsense! Criticism, whether constructive or destructive (as most criticism truly is) squelches creative thinking and teaches your colleague to keep her ideas to herself. Likewise, other colleagues will see what happens when ideas are shared and will also learn to keep their ideas to themselves. Fresh ideas are fragile. They need nurturing, not kicking. Instead of criticising a colleague's new idea, challenge her to improve the idea by asking her how she could get over the idea's weakness.
The 1960s drug culture and glamour of musicians and artists getting high and being creative led to this myth. And, possibly a little bit of drugs or alcohol will loosen your inhibitions to the extent that you do not criticise your ideas as much as you might had your inhibitions not been loosened. A lot of drugs or alcohol, however, will alter your mind and may very likely make you believe you are being more creative. But to people watching you, you will just seem like someone who is very high.
Maybe. But I doubt it. When we are inspired by an idea, that idea is very often out of context with what we are doing. Perhaps a dream we had upon waking inspires us with the solution to a problem. But, then we wake up, get the children up, have breakfast, run through in our minds an important presentation we'll be giving in the morning, panic that the kids will miss their bus, run for the train, flirt with an attractive young thing on the train, etc - until late afternoon when you finally have time to think about the problem. How likely are you really to remember the idea you had upon wakening?
domingo, fevereiro 01, 2009
quarta-feira, janeiro 21, 2009
Um curso a não perder - Queres conhecer-me-te?
Através de uma dinâmica simples, divertida mas muito consistente e ousada, o participante percorre um caminho de auto-conhecimento que irá mudar a sua vida e o seu poder de agir sobre ela.
http://marar.eu/index.php/actividades/workshop.html
domingo, janeiro 18, 2009
"A short history of marketing"
Scholz & Friends: "Dramatic shift in marketing reality" from Michael Reissinger on Vimeo.
Para os interessados no Marketing...
domingo, janeiro 11, 2009
quarta-feira, janeiro 07, 2009
domingo, janeiro 04, 2009
20 Valores para nós em 2009!
Porque não começar o ano de 2009 dando-nos a nós próprios 20 valores por este ano que está a começar?
Sounds like challenge!
A propósito dos 5 anos...
A motivação para as “conversas” é diferente, da mesma forma que eu também estou diferente (agora que penso nisso, é caso para dizer que muito). As “Conversas de canto” cresceram, mudaram, partilharam, sugeriram, viveram nos últimos 5 anos. Dá gosto olhar para trás e apesar do ritmo ter diminuído há motivação para olhar para o futuro!
Quinta-feira, Janeiro 01, 2004
Sobre as Conversas de Canto I - Tiago Cristovão
Dado que este vai ser um blog de co-autoria penso que a primeira reflexão que tenhamos de fazer todos seja a da própria natureza deste blog de forma a conciliarmos as motivações, intenções e esperanças dos bravos que se tentam meter nesta aventura. Dessa forma direi agora de minha justiça esperando que façam os restantes autores façam o mesmo elaborando em conjunto um projecto para o blog.
Assim, e em primeiro lugar, devemos primorar pela qualidade dos nossos posts para que o blog não acabe de ser um repositório de bitaites. Os posts são posts, os comentários são comentários. Em segundo lugar, o blog deve ser um ponto de reflexão com os outros (esta é profunda...) e de divulgação daquilo que pensamos e sentimos, a discussão não deverá ser tematizada num só tema a não ser´"nós próprios com o Mundo".
Conto assim ter reflexões sobre situações da minha vida, sugestões de pequenos prazeres como aquele filme ou aquela música, textos de opinião sobre a vida da nossa sociedade, e pequenos saudosismos, porque também não...
Confesso que estou empolgado com esta experiência. Cá vos espero!
E renascem as "conversas de canto"... – André Silva
Antes de mais bem vindos ao “Conversas de canto”! Este Blog nasce da vontade de um grupo de amigos quererem ter o seu espaço na Blogosfera. Não o encaramos como mais um no meio de tantos porque este é nosso para vocês, acho que se trata de abrirmos o nosso mundo ao Mundo. Uma boa maneira de entrar em 2004!
Deste canto da Blogosfera espero que encontrem novidades, que vos faça reflectir ou que simplesmente vos faça companhia nas noites frias, nas chuvosas ou mesmo num dia de sol em que queiram sair de casa sem abrir a porta... Trata se um projecto com muito ainda por definir, não é rigido, e tanto pode falar do livro que li na última noite, no CD que descobri na Valentim de Carvalho, nas ideologias do dia a dia, na crise que uns vivem outros não, de uma sociedade que deixa espaço para muita reflexão, ou simplesmente do bom dia que recebi ao virar da esquina, de uma rapariga de cabelo castanho escuro e sorriso meigo.
O nome tem história e recorda histórias, algumas que pelo saudosismo que o Tiago referiu virão a público...ou não! Não o vou explicar, acho que se nos fizerem companhia o vão entender...
A vida é feita de conversas, as de canto são as minhas preferidas! Espero que com este blog percebam porquê!!!
Agora cito o Tiago: “Confesso que estou empolgado com esta experiência”. Apareçam!
Sexta-feira, Janeiro 02, 2004
Tinha saudades... – Gonçalo Santos
Tinha saudades destas conversas de canto que tanto me ensinaram e por fim ensinei na minha vida colegial.
Bons momentos se passaram, na farra e alegria e nas discussões mais acessas e importantes daquele tempo. Discutiam-se todos os assuntos, pertinentes e com o mínimo interesse possível, em suma era um momento de diálogo. E que coisa mais importante e cada vez mais esquecida nos dias que correm. Conversar.
Assim também eu lanço o desafio de nunca se calarem as conversas de canto (apenas mudarem de lugar) e para serem cada vez mais um local de reunião de ideias, sentimentos, críticas e exposições que cada um de nós queira fazer a todos e ao mundo...
Deixo-vos uma pequena frase para reforçar o meu desafio.
"Grandes realizações só são possíveis quando se dá importância aos pequenos começos"
Lao Tzu
