Só quando nos esquecemos de nós próprios, dos outros, de onde vimos, para onde vamos, e com que propósitos, é que realmente abrimos a janela das possibilidades inimagináveis e surpreendentes.São essas possibilidades que nos fazem sentir coisas que nunca soubemos existir, ver coisas que nunca pensámos experimentar, sentir ou alcançar, ou chegar a lugares que nunca sonhámos descobrir.
7 comentários:
Não alcandei o sweet pot
Se calhar não há um... :)
nao concordo. axo q sao apenas desculpas para nao o fazeres mesmo tendo em conta tudo o q te rodeia. nao ha nada q se sonhe, ou que se imagine, ou coisas que tu sintas que nao encontrem correspondencia em todas as coisas que eliminaste logo a partida. podem nao estar definidas, mas nao estao, de certeza, banidas do Eu como um todo. Recuso-me a acreditar nisso. para mim, como disse uma vez um sabio poeta " nao ha nada de novo debaixo do céu" nós é q estamos sempre a descobrir o que ja foi descoberto.
Vamos lá ver uma coisa!
Os pensamentos de cada um são os pensamentos de cada um, não são testes para avaliação!
"são apenas desculpas para não o fazeres"?!?!
Mas tu por acaso sabes o que é que eu quero ou não?! Quem é que está a falar em "fazer" seja o que for!?
O Eu como um todo!? Haveria de ser o quê às partes?!
O que é que interessa que não haja nada de novo debaixo do céu? Se para cada um é novo, é novo porra! A vida não é uma abordagem positivista! Um gajo, quer queira quer não, faz parte dela, também é ela!
Sejamos humildes e aceitemos que há muito que não sabemos, sendo que a maior parte nem sabemos que não sabemos! Vamos parar de julgar a verdade dos outros, vale?
Já agora, para quem não percebeu, a mensagem era sobre "o caminho interior"!
lamento q m tenhas interpretado mal pois de modo algum quis parecer arrogante no que disse.a bem da verdade, falava mais para mim do que para ti e é isso que ha de bom nos comments, é que todos podem interpretar d formas diferentes e de alguma forma expressar o que sentem e até criar alguma discussao.
apenas, e quando digo "recuso-me" quis trasmitir a ideia de um lamento profundo, porque tudo o que disseste para mim soa a muito "bonitinho" e utopico,(e nao estou com isto a querer menosprezar o que disseste) e é de algum modo inacessivel e eu nao posso aceitar que assim o seja.
nao posso, porque sao coisas que sempre quis alcançar. talvez possa ser incompetencia da minha parte, mas para mim nao é possivel abstrair.me de tudo o que eu seja e de tudo o que me rodeia e alcançar um novo estado, descobrir esse leque de novas e surpreendentes coisas porque no fundo, ainda que eu fizesse tudo isso uma questao iria invadir-me a mente: " nao terá sido por eu ser o que sou e de ter vindo de onde vim que me propus a mim mesmo a fazer tudo isto?" pelo que para mim, no fundo, ha sempre uma causa para eu me abstrair disso tudo, uma causa que vem daquilo que eu deveria realmente ter esquecido. meio confuso eu sei, mas é mesmo assim a minha mente.
portanto,e para terminar, nao me acuses de nao ser humilde pk o que aqui revelei foi bastante humildade e honestidade!
Comentário:
Eu não te acusei, constatei ("sao apenas desculpas").
Reparo:
Nada o que eu disse é bonitinho ou utópico muito menos inacessível, até porque se tratou de uma reflexão sobre a prática (action research - Schon, 1983 - ok isto é muito geek).
Sugestão:
Relê o post de cabeça "limpa", isto é, lê o que lá está e não o que a tua opinião vê lá.
Pergunta:
Quando se diz "para mim não é possível..." não é esse também um acto criativo? Tem impactos exterior e interior? Quais?
nao é uma questao de ler de cabeça limpa porque nao se trata de matematica. até esta é mtas vezes discutida dado que mtos resultados matematicos parecem ser estranhos e mtas vezes contra-intuitivos, relembro por exemplo a teoria da Incerteza. sei que ja estava a divagar,mas a bem da verdade é isso mesmo, pelo que me sinto na liberdade de poder ler de uma forma diferente da que tu les. digo.te ainda que o que comentei nao foi nunca de animo leve e sem nunca ler e reler o q escreveste.
referente ao que perguntas, "para mim nao é possivel..." é mais um acto destrutivo, ou pelo menos de recalcamento e naturalmente com os seus impactos externos e internos, nem que seja na forma cm eu encaro a vida e o que daí possa advir.
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