Há coisas que não se percebem, já quase no final do seu mandato o Dr. Sampaio insiste em destruir o pouco que fez neste e no anterior. Quase que chega a ser, na minha opinião, infantil... e se estamos já fartos de infantilidades na política, o presidente de todos nós não quer ficar indiferente a elas.
Tudo bem, nomeou o Dr. Lopes para 1.º Ministro, até concordo que muito mais não podia fazer, aliás só fez, na minha opinião, o que devia fazer. Mas se com o Dr. Lopes começou o "circo" o Dr. Sampaio quis fazer frente com a "palhaçada", nada desde então foi realmente construtivo.
Primeiro aplicou-se numa grande encenação de episódios para que ficássemos com a impressão que o governo deve-se a ele e não os eleitores que votaram na coligação.
Depois surge-nos com birras quando não havia necessidade de as ter e calado quando devia berrar. Veja-se o caso da lei das propinas, da lei do rendimento mínimo, do código do trabalho, até mesmo de alguns orçamentos - ouviu-se algum choro. Eu não ouvi!
Mas agora o governo ponha-se a pau, porque com ele não se faz farinha, nada de criação de organismos do governo, centrais de informação ou novos concelhos porque quem governa deve-o ele.
Tudo bem, nomeou o Dr. Lopes para 1.º Ministro, até concordo que muito mais não podia fazer, aliás só fez, na minha opinião, o que devia fazer. Mas se com o Dr. Lopes começou o "circo" o Dr. Sampaio quis fazer frente com a "palhaçada", nada desde então foi realmente construtivo.
Primeiro aplicou-se numa grande encenação de episódios para que ficássemos com a impressão que o governo deve-se a ele e não os eleitores que votaram na coligação.
Depois surge-nos com birras quando não havia necessidade de as ter e calado quando devia berrar. Veja-se o caso da lei das propinas, da lei do rendimento mínimo, do código do trabalho, até mesmo de alguns orçamentos - ouviu-se algum choro. Eu não ouvi!
Mas agora o governo ponha-se a pau, porque com ele não se faz farinha, nada de criação de organismos do governo, centrais de informação ou novos concelhos porque quem governa deve-o ele.
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