Das coisas que nos lembramos são tão insignificantes aquelas que nos fazem mais recordar.
Pequenos nadas que compõem e tornam única a nossa memória.
O nada de ver uma caixinha de requisições, uma inscrição para o jantar de quarta, um quadro de punições, um autocolismo com fio para puxar, um ranger metálico de armário, um arrastar de botas, um limpar com duraglit, um cheiro de uma rossete-lar a estrear, um ardor de elmex gel, um estica os dedos e levanta a cabeça, um vai para o chão, um está a acordar, um calisto, um esconder a cabeça na tábua de uma carteira, um primeiros na sobremessa, um bater de janelas, um repentino acender de luzes, um arrambar, um toque de clarim para correr e formar...
Enfim, é um mundo todo só a acrescentar!
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